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SAÚDE

Saúde atualiza gestores e profissionais sobre normas em vacinas

agenciabrasil.ebc.com.br Gestores e profissionais de saúde participam nesta sexta-feira (5) de capacitação sobre normas e procedimentos em vacinação. A proposta, de acordo com o Ministério da Saúde, é atualizar e disseminar orientações pertinentes às atividades de imunização e aos procedimentos técnicos adotados nas salas de vacinação. Durante o evento, a pasta deve apresentar a 2ª edição do Manual de Normas e Procedimentos para Vacinação. A programação conta ainda com palestras e debates sobre recomendações referentes à notificação, investigação e conduta preventiva frente à ocorrência de erros de imunização. Segundo o ministério, o Manual de Normas e Procedimentos para Vacinação foi reestruturado, levando em conta a realidade atual dos imunizantes oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), as novas tecnologias incorporadas pela pasta e a capacidade de armazenamento das redes de frios nos estados. O webinário acontece às 14h e será transmitido pelo canal da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente. Fonte: Agência Brasil

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Saúde cria grupo para propor ações de cuidados a pessoas com autismo

agenciabrasil.ebc.com.br Portaria do Ministério da Saúde publicada nesta quinta-feira (4) no Diário Oficial da União institui grupo de trabalho sobre transtorno do espectro autista (TEA). A proposta é estruturar ações integradas no âmbito da saúde para qualificar o cuidado integral a pessoas com TEA. Dentre as atribuições do grupo estão: – assessorar tecnicamente a Secretaria de Atenção Especializada à Saúde na proposição de políticas, programas e atividades referentes ao cuidado integral às pessoas com TEA; – propor a atualização da linha de cuidado e das diretrizes de atenção às pessoas com TEA e das diretrizes da estimulação precoce; – propor a revisão da Caderneta da Criança, que traz informações sobre autismo; – apoiar a elaboração de protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas com finalidade de qualificar o diagnóstico de pessoas com TEA; – discutir a incorporação de novas tecnologias para o cuidado de pessoas com TEA nos serviços de saúde; – apoiar a elaboração de estudos para a incorporação de medicamentos para autismo; – apoiar a elaboração de pesquisa rápida de evidências sobre eficiência/eficácia quanto ao uso de abordagens terapêuticas para pessoas com TEA; – incentivar a qualificação dos profissionais que atuam nos serviços de saúde; e – apoiar a elaboração de estratégias de comunicação para o enfrentamento às notícias falsas relacionadas ao TEA. De acordo com a portaria, os membros do grupo de trabalho e seus respectivos suplentes serão indicados no prazo de 15 dias. “Os representantes serão indicados pelos titulares dos órgãos, preferencialmente, a partir de critérios de qualificação técnica e experiência no campo das políticas públicas para pessoas com deficiência”, define a portaria. “O coordenador do grupo de trabalho poderá convidar, sem direito a voto, representantes de outros órgãos e entidades, públicas ou privadas, bem como especialistas em assuntos afetos ao tema em discussão, cuja presença pontual seja considerada necessária ao cumprimento do disposto nesta portaria”, esclarece. A previsão é que o grupo se reúna em caráter ordinário mensalmente e, em caráter extraordinário, sempre que convocado pelo coordenador, durante o prazo de 365 dias, que poderá ser prorrogado uma única vez, por igual período. O relatório final das atividades do grupo deve ser encaminhado ao ministro da Saúde, até 30 dias após a conclusão dos trabalhos. Fonte: Agência Brasil

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Inscrições para programa Mais Médicos vão até sábado

agenciabrasil.ebc.com.br Abertas nesta terça-feira (2), as inscrições para o novo edital do Programa Mais Médicos vão até as 18h de sábado (dia 6). Estão previstas 3.184 vagas em mais de 1,5 mil cidades brasileiras. Não há cobrança de taxa. Pela primeira vez, o governo vai disponibilizar vagas no regime de cotas para pessoas com deficiência e grupos étnico-raciais, como negros, quilombolas e indígenas. O cálculo do Ministério da Saúde é que o programa beneficie mais de 10,6 milhões de pessoas com prestação serviços na rede pública. Segundo o ministério, os médicos serão alocados em “regiões prioritárias e de vulnerabilidade social”. Os profissionais vão atuar no primeiro atendimento realizado nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), que são responsáveis pelo acompanhamento da situação de saúde da população, prevenção e redução de agravos. “Preencher os vazios assistenciais que, desde 2018, deixaram de ser atendidos é uma forma de resgatar o direito e o acesso da população à saúde”, apontou o governo em publicação. Cotistas Os profissionais selecionados vão receber bolsa-formação de R$ 14.058 por mês, que poderá ser paga pelo prazo de quatro anos. Uma novidade é que as vagas obedecerão às exigências de cotas para concursos públicos, que estipulam o mínimo de 20% de cotas étnico-raciais (que têm porcentagem de 50% quando há duas vagas) e de 9% para pessoas com deficiência. Podem participar da seleção profissionais brasileiros ou estrangeiros e brasileiros formados no exterior, que continuarão atuando com Registro do Ministério da Saúde (RMS). Os médicos brasileiros formados no Brasil têm preferência na seleção. Fonte: Agência Brasil

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OMS alerta para variante mais perigosa de mpox

agenciabrasil.ebc.com.br A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou para uma variante mais perigosa da mpox, doença anteriormente conhecida como varíola dos macacos. De acordo com a entidade, a República Democrática do Congo enfrenta, desde 2022, um surto da doença e a intensa transmissão do vírus entre humanos levou a uma mutação até então desconhecida.28 Dados da OMS indicam que a taxa de letalidade pela nova variante 1b na África Central chega a ser de mais de 10% entre crianças pequenas, enquanto a variante 2b, que causou a epidemia global de mpox em 2022, registrou taxa de letalidade de menos de 1%. A entidade contabiliza atualmente mais de 95 mil casos confirmados da doença em 117 países, além de mais de 200 mortes. “É um número impressionante quando se considera que apenas alguns milhares de casos de mpox haviam sido relatados até então em todo o mundo e, de repente, estamos nos aproximando de 100 mil casos”, destacou a líder técnica sobre varíola dos macacos do Programa de Emergências Globais da OMS, Rosamund Lewis. Segundo a especialista, um surto específico, registrado desde setembro de 2023 no leste da República Democrática do Congo, na província de Kivu do Sul, é causado por uma cepa de mpox com mutações até então não documentadas. “Essas mutações sugerem que o vírus tem sido transmitido apenas de humano para humano”, disse. Rosamund lembrou que a epidemia global de mpox em 2022 registrou um fator incomum: a transmissão do vírus aconteceu sumariamente por via sexual. Dados recentes da OMS já indicam que um terço dos casos da nova variante 1b foi identificado entre profissionais do sexo. Há ainda evidências de que a infecção em mulheres grávidas pode causar sérios impactos no feto. Questionada se há risco de que a mutação possa levar a uma maior transmissibilidade da doença e, consequentemente, a nova propagação global da mpox, Rosamund respondeu: “Sim, o risco claramente existe. Já vimos isso antes e sabemos que é possível. Já vimos isso acontecer com a variante 2b”. “Estamos vendo a variante 1 sendo transmitida de pessoa para pessoa por meio do contato sexual em áreas com alta densidade populacional e com grande fluxo de pessoas cruzando fronteiras. Estamos apoiando países para que estejam alertas naquela região”, concluiu, ao citar medidas como vigilância de casos, detecção precoce e capacidade laboratorial, além de, “eventualmente”, imunização contra a doença. A doença A mpox é zoonótica viral. A transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato com animais silvestres infectados, pessoas infectadas pelo vírus e materiais contaminados. Os sintomas, em geral, incluem erupções cutâneas ou lesões de pele, linfonodos inchados (ínguas), febre, dores no corpo, dor de cabeça, calafrio e fraqueza. De acordo com o Ministério da Saúde, o intervalo de tempo entre o primeiro contato com o vírus até o início dos sinais e sintomas (período de incubação) varia de três a 16 dias, mas pode chegar a 21 dias. Depois que as crostas na pele desaparecem, a pessoa infectada deixa de transmitir o vírus. As erupções na pele geralmente começam dentro de um a três dias após o início da febre, mas podem aparecer antes. As lesões podem ser planas ou levemente elevadas, preenchidas com líquido claro ou amarelado, podendo formar crostas que secam e caem. O número de lesões em uma pessoa pode variar de algumas a milhares. As erupções tendem a se concentrar no rosto, na palma das mãos e na planta dos pés, mas podem ocorrer em qualquer parte do corpo, inclusive na boca, nos olhos, nos órgãos genitais e no ânus. Emergência Em maio de 2023, quase uma semana após alterar o status da covid-19, a OMS declarou que a mpox não configurava mais emergência em saúde pública de importância internacional. Em julho de 2022, a entidade havia decretado status de emergência em razão do surto da doença em diversos países. “Assim como com a covid-19, o fim da emergência não significa que o trabalho acabou. A mpox continua a apresentar desafios de saúde pública significantes que precisam de resposta robusta, proativa e sustentável”, declarou, à época, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus. “Casos relacionados a viagens, registrados em todas as regiões, demonstram a ameaça contínua. Existe risco, em particular, para pessoas que vivem com infecção por HIV não tratada. Continua sendo importante que os países mantenham sua capacidade de teste e seus esforços, avaliem os riscos, quantifiquem as necessidades de resposta e ajam prontamente quando necessário”, finalizou Tedros em 2023. Fonte: Agência Brasil

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Brasil se aproxima de 6 milhões de casos e 4 mil mortes por dengue

O painel de monitoramento de arboviroses do Ministério da Saúde contabiliza 5.968.224 casos prováveis de dengue e 3.910 mortes confirmadas pela doença ao longo de 2024. Há, ainda, 2.970 óbitos em investigação. O coeficiente de incidência da dengue no Brasil, neste momento, é de 2.939 casos para cada 100 mil habitantes. Jovens com idade entre 20 e 29 anos seguem respondendo pela maior parte dos casos de dengue. Em seguida estão as faixas etárias de 30 a 39 anos; de 40 a 49 anos; e de 50 a 59 anos. Já as faixas etárias que respondem pelos menores percentuais de casos da doença são menores de um ano; 80 anos ou mais; e de um a quatro anos.     Notícias relacionadas: Autoridades sanitárias alertam para alta nos casos de dengue na Europa. Governo do Rio decreta fim da epidemia de dengue. Rede Genômica Fiocruz cria novo painel de dados sobre dengue. Em números absolutos, o estado de São Paulo lidera o ranking – 1.813.282 casos – seguido por Minas Gerais – 1.607.043 vítimas e pelo Paraná, com 614.713 casos. Quando se leva em consideração o coeficiente de incidência, o Distrito Federal responde pelo maior índice, 9.547 casos para cada 100 mil habitantes. Em seguida estão Minas Gerais (7.824) e Paraná (5.371). Chikungunya O painel contabiliza, ainda, 220.828 casos prováveis de chikungunya, arbovirose também transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. Em 2024, a doença responde por 121 mortes confirmadas. Há, ainda, 139 óbitos em investigação. O coeficiente de incidência de chikungunya no Brasil, neste momento, é de 108,8 casos para cada 100 mil habitantes. Zika Em relação à zika, os dados do painel contabilizam 8.466 casos prováveis em 2024, sem mortes confirmadas ou em investigação pela doença. O coeficiente de incidência no Brasil, neste momento, é de 4,2 casos para cada 100 mil habitantes. Fonte: ANH18

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Dia Mundial do Doador de Sangue: Tudo que Você Precisa Saber para se Tornar um Doador Regular

Critérios que permitem ou impedem uma doação de sangue (Crédito: Tomaz Silva/Agência Brasil) A assistente administrativa Larissa Régis, de 24 anos, doou sangue pela primeira vez aos 18 anos, há seis anos. “Eu queria muito ajudar as pessoas e fazer a diferença na vida de alguém. Saber que um simples gesto pode salvar vidas foi um grande motivador para mim”, comentou Larissa. Desde então, ela realiza pelo menos uma doação de sangue anualmente e pretende se tornar uma doadora regular para ajudar a manter os estoques. “Acho importante manter esse compromisso. Ter uma carteirinha de doador me atrai, pois facilita o acompanhamento e reforça minha responsabilidade com a causa”, explicou. Larissa também é voluntária nos Escoteiros do Brasil e tem amigos que também são doadores. “Muitos jovens não sabem que, a partir dos 16 anos, já podem doar. Esse tema precisa ser mais divulgado, especialmente nas escolas e universidades.” O estudante Murilo Verdélio Bortoloso, de 17 anos, se interessou em doar sangue após ver, no ano passado, um post nas redes sociais solicitando doação de sangue do tipo O+. “Sempre quero ajudar quem precisa. Descobri que podia doar a partir dos 16 anos e fui. Gosto de fazer o bem e ajudar as pessoas”, explicou. Por ter um tipo sanguíneo frequentemente solicitado, ele também pensa em se tornar um doador regular. “Seria interessante, pois meu tipo sanguíneo está sempre em falta. Gosto de ajudar e há benefícios em ser doador regular”, destacou Murilo. Algumas regiões, como São Paulo e o Distrito Federal, oferecem vantagens para doadores regulares, incluindo isenção de taxas em concursos públicos. “Na primeira vez que fui doar, chamei amigos, mas ninguém foi por falta de organização e divulgação do tema. Não vi nenhum adolescente, eu era o único”, lembrou. “Meu conselho é: se você pode doar e tem tempo, vá ao hospital e doe. É simples e ainda ganha um lanche de graça – que, por sinal, é muito bom”, brincou. A bombeira militar Fabiana Fontenele, de 39 anos, é doadora regular e doa sangue três vezes ao ano, incentivada pela corporação. Ela já perdeu a conta de quantas vezes foi ao hemocentro para participar de mutirões de doação. “A sensação de ajudar quem realmente precisa é muito boa, e é um ato muito simples. Não há nada, biologicamente, que me impeça de doar”, explicou. “O tema precisa ser mais divulgado. É um ato simples que salva vidas. Meu conselho é: ‘doe sem medo, porque salva vidas’”, concluiu. **Como doar sangue** Existem critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde para garantir a proteção do doador e a segurança do receptor. Para doar sangue, é necessário: – Apresentar um documento oficial com foto (identidade, carteira de trabalho, certificado de reservista, carteira de conselho profissional ou carteira de habilitação); – Estar em boa saúde; – Ter entre 16 e 69 anos (adolescentes de 16 e 17 anos precisam de autorização dos responsáveis); – Pesar mais de 50 kg. Recomendações para o dia da doação: – Não estar em jejum; – Descansar ao menos seis horas na noite anterior; – Não ingerir bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores; – Evitar fumar duas horas antes da doação; – Evitar alimentos gordurosos três horas antes da doação. Pessoas que realizam atividades como pilotar aviões ou helicópteros; dirigir ônibus ou caminhões de grande porte; subir em andaimes; e praticar paraquedismo ou mergulho devem interrompê-las 12 horas antes da doação. **Intervalos mínimos entre doações:** – Homens: 60 dias, até quatro doações por ano; – Mulheres: 90 dias, até três doações por ano. **Cuidados pós-doação:** – Evitar exercícios físicos exagerados por 12 horas; – Aumentar a ingestão de líquidos; – Não fumar por cerca de duas horas; – Evitar bebidas alcoólicas por 12 horas; – Manter o curativo no local da punção por quatro horas. **Condições que impedem a doação de sangue:** – Diagnóstico de hepatite após os 11 anos; – Mulheres grávidas ou amamentando; – Pessoas expostas a doenças transmissíveis pelo sangue, como AIDS, hepatite, sífilis e doença de Chagas; – Usuários de drogas; – Pessoas que tiveram relacionamento sexual com parceiro desconhecido ou eventual, sem uso de preservativo. **Prazos de impedimento para doação de sangue após cirurgias:** – Lesão dentária: 72 horas; – Apendicite, hérnia, amigdalectomia e varizes: três meses; – Colecistectomia, histerectomia, nefrectomia, redução de fraturas, politraumatismos sem sequelas graves, tireoidectomia e colectomia: seis meses. Fonte: Redação ANH/DF

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Exame Simples Pode Diagnosticar Alzheimer com 9 Anos de Antecedência

Ressonância permite visualizar alterações no padrão da conexão entre células e redes cerebrais (foto: CEA/Divulgação) Novo Método Detecta Alzheimer Antes dos Sintomas Pesquisadores da Universidade Queen Mary de Londres desenvolveram um novo método capaz de prever a neuropatologia do Alzheimer com mais de 80% de precisão até nove anos antes do diagnóstico. Utilizando exames de ressonância magnética funcional (fMRI), o teste analisa mudanças na rede de modo padrão do cérebro, que é afetada pela doença. O estudo, publicado na revista Nature Mental Health, analisou dados de mais de 1,1 mil voluntários do UK Biobank. Os resultados mostraram que o modelo previu o início da neurodegeneração com alta precisão, permitindo uma janela de tempo para intervenções precoces. Além disso, o estudo revelou associações entre alterações na rede cerebral e fatores de risco genético e ambiental para o Alzheimer. Os pesquisadores acreditam que o método pode ser aplicado em larga escala para identificar indivíduos em risco e desenvolver tratamentos preventivos. Enquanto isso, um estudo realizado nos EUA sugere que a prática de atividade física vigorosa pode reduzir o risco de comprometimento cognitivo em pessoas com pressão arterial elevada. Os resultados, baseados em dados do estudo Sprint, destacam a importância do exercício na preservação da função cognitiva, mas ressaltam a necessidade de mais pesquisas para confirmar esses achados. Essas descobertas representam avanços significativos na compreensão e no diagnóstico precoce do Alzheimer, oferecendo esperança para tratamentos mais eficazes no futuro. Fonte: Redação ANH/DF

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Brasil passa de 4 milhões de casos de dengue; mortes chegam a 1.937

© Marcelo Camargo/Agência Brasil Outros 2.345 óbitos estão sendo investigados   O Brasil passou de 4 milhões de casos de dengue registrados neste ano, conforme atualização do Painel de Monitoramento das Arboviroses do Ministério da Saúde nesta segunda-feira (29). No total, 4.127.571 casos prováveis da doença foram notificados em todo o país nos quatro primeiros meses.  Quanto às mortes por dengue, 1.937 foram confirmadas e 2.345 estão sob investigação. O coeficiente de incidência da doença no país é 2.032,7 casos para cada grupo de 100 mil habitantes. A faixa etária mais afetada é de 20 a 29 anos, que concentra a maior parte dos casos. Já a faixa etária menos atingida é a de crianças menores de 1 ano, seguida por pessoas com 80 anos ou mais e por crianças de 1 a 4 anos. As unidades da Federação com maior incidência da doença são Distrito Federal, Minas Gerais, Paraná, Espírito Santo, Goiás e Santa Catarina. Projeções divulgadas no início do ano apontam que os casos de dengue no país podem chegar a 4.225.885. Combate à dengue O Ministério da Saúde e o governo de Minas Gerais inauguraram nesta segunda-feira (29), em Belo Horizonte, a Biofábrica Wolbachia. A unidade, administrada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), vai permitir ao Brasil ampliar sua capacidade de produção de uma das principais tecnologias no combate à dengue e outras arboviroses. A Wolbachia é uma bactéria presente em cerca de 60% dos insetos na natureza, mas ausente naturalmente no Aedes aegypti. O chamado método Wolbachia consiste em inserir a bactéria em ovos do mosquito em laboratório e criar Aedes aegypti que portam o microrganismo. Infectados pela Wolbachia, eles não são capazes de carregar os vírus que causam dengue, zika, chikungunya ou febre amarela.     Arte/Agência Brasil   Fonte: Agência Brasil

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Fiocruz: internações por gripe e vírus sincicial aumentam no país

© Tomaz Silva/Agência Brasil Casos de covid-19 têm tendência de queda   O Boletim InfoGripe, divulgado nesta semana pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), chama atenção para alta das internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), causadas principalmente pelo vírus sincicial respiratório (VSR) e a influenza A, o vírus da gripe. O boletim aponta ainda para queda dos casos de covid-19, com alguns estados em estabilidade. Nas últimas quatro semanas, do total de casos de síndromes respiratórias, 54,9% foram por vírus sincicial e 20,8% por influenza A. Entre as mortes, os dois vírus são os mais presentes. Conforme o boletim, as mortes associadas ao vírus da gripe estão se aproximando das mortes em função da Covid-19, “por conta da diferença do quadro de diminuição da Covid-19 e aumento de casos de influenza”. Desde o início de 2024, foram registrados 2.322 óbitos por síndrome respiratória grave no país. O coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes, alerta para a importância da vacinação contra a gripe, em andamento no país, como forma de evitar as formas graves da doença. “A vacina da gripe, como a vacina da covid, têm como foco diminuir o risco de agravamento de um resfriado, que pode resultar numa internação e até, eventualmente, uma morte. Ou seja, a vacina é simplesmente fundamental”, alerta, conforme publicação da Fiocruz. De acordo com o levantamento, 20 estados e o Distrito Federal apresentam tendência de aumento de SRAG no longo prazo: Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Sergipe, São Paulo e Tocantins. Fonte: Agência Brasil

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Número de crianças com síndromes gripais aumentam cerca de 20% dos casos atendidos nas UPAs de Fortaleza

O aumento das síndromes gripais em crianças, com cerca de 20% dos casos em Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Fortaleza, é um fenômeno preocupante que merece atenção especial. As crianças são particularmente vulneráveis a infecções respiratórias devido ao seu sistema imunológico em desenvolvimento e à interação frequente em ambientes escolares e sociais. Além disso, os sintomas das doenças respiratórias em crianças podem variar e ser menos específicos, o que pode dificultar o diagnóstico precoce e o tratamento adequado. O aumento desses casos em UPAs sugere uma sobrecarga nos serviços de saúde, o que pode comprometer a capacidade de atendimento a outras emergências e a qualidade do cuidado prestado. Para lidar com essa situação, é fundamental implementar medidas de prevenção, como a vacinação contra influenza e o reforço das práticas de higiene, como lavagem das mãos e uso de máscaras. Além disso, é importante garantir o acesso rápido a serviços de saúde e promover a conscientização sobre a importância de procurar assistência médica ao primeiro sinal de sintomas gripais em crianças. Investir em educação pública sobre saúde e garantir o acesso equitativo a serviços de saúde de qualidade para todas as crianças são passos essenciais para enfrentar esse desafio e proteger a saúde das crianças em comunidades como Fortaleza e em todo o mundo. Fonte: Redação ANH/CE

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