Cidadania Alagoas

SAÚDE

Espaços Teu promovem roda de conversa para pais de crianças em terapia

Ação reuniu famílias para um momento de escuta, acolhimento e troca de experiências sobre a paternidade atípica Enquanto os filhos participavam das terapias, os pais encontraram um espaço para cuidar de si. Em celebração ao Dia dos Pais, os Espaços Teu da Unimed Maceió promoveram rodas de conversa simultâneas nas três unidades, reunindo clientes da cooperativa para um momento de acolhimento, reflexão e partilha sobre os desafios e as alegrias da paternidade. Conduzidos por psicólogas, os encontros abordaram temas que tocaram profundamente os participantes: as conquistas que mais enchem um pai de orgulho, as memórias que desejam construir com os filhos, os aprendizados que chegaram com a paternidade e as formas de demonstrar amor e acolhimento diariamente. Entre um relato e outro, ficou evidente que, para muitos deles, as maiores vitórias estão nas pequenas conquistas dos filhos e na certeza de estarem presentes em cada etapa dessa caminhada. “Aqui nos Espaços TEU da Unimed Maceió, nós acompanhamos de perto o impacto transformador do desenvolvimento das crianças para a figura paterna, o que reflete na qualidade de vida da família. Vemos pais que vibram a cada pequeno passo, a cada barreira de comunicação vencida e a cada nova habilidade adquirida, celebrando-as como as maiores vitórias do mundo”, afirmou a gerente de serviços diagnósticos, Claudinne Fernandes. A roda de conversa também abriu espaço para discutir a paternidade atípica e os desafios enfrentados por quem acompanha de perto o desenvolvimento dos filhos em uma sociedade que, muitas vezes, ainda associa o cuidado exclusivamente às mães. Além dos pais, algumas mães solo participaram do encontro, enriquecendo as trocas de experiências e mostrando que o acolhimento acontece em diferentes configurações familiares. Entre os participantes estava Joilsom Saraiva, pai de Boris Saraiva Moura, de 5 anos. Para ele, momentos como esse fortalecem não apenas os vínculos entre pais e filhos, mas também entre as famílias. “Foi um momento de muito acolhimento. Pudemos conversar sobre como é ser um pai atípico, compartilhar experiências e perceber que outras famílias vivem desafios parecidos. Isso nos fortalece. Gosto muito do acolhimento que encontramos nos Espaços Teu. Só tenho a agradecer por esse momento tão especial.” Ao promover espaços de escuta e apoio, os Espaços Teu fortalecem redes de acolhimento e mostram que cuidar também é criar oportunidades para que pais, mães e responsáveis compartilhem suas histórias, encontrem apoio mútuo e celebrem, juntos, cada pequena conquista que transforma a vida de seus filhos. Galeria de fotos   

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Marina JHC destaca papel do Hospital da Cidade na ampliação do acesso à saúde

Em publicação nas redes sociais, Marina reforçou a importância de um atendimento humanizado, ágil e de qualidade para quem mais precisa Marina JHC compartilhou, nesta quinta-feira (17), uma publicação destacando o trabalho desenvolvido no Hospital da Cidade e a importância de ampliar o acesso da população a serviços de saúde com qualidade, eficiência e acolhimento. Na publicação, Marina ressaltou que cada atendimento realizado representa uma oportunidade de transformar vidas, reforçando que o compromisso com a saúde passa por oferecer estrutura adequada, atendimento humanizado e agilidade para quem precisa de assistência. “Levar saúde de qualidade é entender que cada atendimento realizado com agilidade, eficiência e cuidado pode transformar uma vida”, escreveu. Marina também destacou que o Hospital da Cidade simboliza um modelo de cuidado centrado nas pessoas, aproximando os serviços de saúde da população e garantindo mais dignidade no atendimento. Ao visitar a unidade e acompanhar de perto a rotina de atendimentos, Marina reafirmou sua defesa por uma saúde pública cada vez mais acessível, humanizada e eficiente. Para ela, iniciativas como a desenvolvida no Hospital da Cidade mostram que investir em estrutura, acolhimento e qualidade no atendimento é um caminho capaz de transformar a vida das pessoas. Assessoria

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Ministério da Saúde atualiza regras para serviços de sangue e hemoterapia no Brasil

Saúde atualiza procedimentos hemoterápicos – Foto: Reprodução  Nota técnica orienta as Vigilâncias Sanitárias e os Serviços de Hemoterapia durante o processo de adequação regulatória Por Agência Gov O Ministério da Saúde publicou a Portaria GM/MS 11.685/2026, que altera a Portaria de Consolidação GM/MS 5/2017, para redefinir o conjunto de regulamentos técnicos relacionados ao sangue e aos procedimentos hemoterápicos no âmbito do Sistema Nacional de Sangue, Componentes e Derivados (SINASAN).Conforme estabelecido no art. 4º, a nova Portaria entrará em vigor 90 dias após a data de sua publicação oficial, em 30 de setembro de 2026.Marco regulatório do sangue no Brasil  A regulação do sangue no Brasil é estruturada a partir da atuação complementar do Ministério da Saúde e da Anvisa, em articulação com o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS). O Ministério da Saúde, como coordenador da Política Nacional de Sangue e Hemoderivados, estabelece as diretrizes e os procedimentos técnicos para a hemoterapia. À Anvisa e ao SNVS compete a definição e a verificação dos requisitos sanitários aplicáveis às Boas Práticas do Ciclo do Sangue, na perspectiva da segurança e qualidade do sangue e dos hemocomponentes disponibilizados aos pacientes, bem como proteção ao doador. As atividades do Ciclo do Sangue são regidas, principalmente, pelos seguintes instrumentos: Portaria de Consolidação GM/MS 5/2017, Anexo IV – Do sangue, componentes e derivados, que estabelece o regulamento técnico de procedimentos hemoterápicos; Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 34/2014 ,que dispõe sobre as Boas Práticas no Ciclo do Sangue. Essas normas têm caráter complementar e devem ser consideradas de forma articulada para a definição do marco regulatório aplicável às atividades de produção, processamento, armazenamento, distribuição e uso de hemocomponentes no Brasil. Orientações para o período de transição Considerando a publicação da nova Portaria Ministerial, a vigência da RDC 34/2014 e a necessidade de harmonização entre os requisitos técnicos e sanitários, a Anvisa emitiu a Nota Técnica 42/2026/SEI/GSTCO/GGBIO/DIRE2/ANVISA . O documento é destinado às equipes das Vigilâncias Sanitárias locais e aos gestores dos Serviços de Hemoterapia. A Nota Técnica orienta a condução das atividades e do processo de fiscalização sanitária durante o período de transição regulatória relacionado à entrada em vigor da nova Portaria, prevista para 30 de setembro de 2026, e à atualização da RDC 34/2014 pela Anvisa. A iniciativa busca promover maior clareza e uniformidade na aplicação dos requisitos regulatórios, apoiando os Serviços de Hemoterapia e as equipes de vigilância sanitária na adoção das providências necessárias ao processo de adequação. Atualização da RDC 34/2014 A Anvisa também está conduzindo a atualização da RDC 34/2014. O processo encontra-se na fase final de Avaliação de Impacto Regulatório (AIR). Durante o processo de revisão, os pontos relacionados à atualização da Portaria de Consolidação GM/MS 5/2017 foram discutidos e alinhados entre Ministério da Saúde e Anvisa, com o objetivo de harmonizar os requisitos de Boas Práticas no Ciclo do Sangue às novas diretrizes técnicas estabelecidas pela Política Nacional de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde. A atualização coordenada dos instrumentos normativos busca consolidar um marco regulatório mais coeso, atualizado e alinhado às necessidades do setor, promovendo maior transparência e previsibilidade no processo de fiscalização sanitária, fortalecendo a proteção de doadores e receptores e contribuindo para a qualidade e a segurança dos produtos e serviços hemoterápicos. A atualização e convergência entre os critérios técnicos e sanitários deverá impactar positivamente na aplicação das Boas Práticas no Ciclo do Sangue, promovendo maior previsibilidade para os Serviços de Hemoterapia e maior uniformidade na atuação das autoridades sanitárias.

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Vacina Pneumo 20 amplia proteção contra pneumonia e meningite em crianças no SUS

Pneumologista pediátrica Rita Silva – Foto: Cortesia Pneumologista destaca que a imunização pode prevenir doenças graves, internações e sequelas A nova vacina Pneumo 20 já está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e demais pontos de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS), ampliando a proteção de crianças de até 5 anos e de outros grupos especiais contra doenças pneumocócicas. O imunizante protege contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, responsável por doenças graves como pneumonia, meningite, infecção generalizada e otite média. A incorporação da vacina ao calendário representa um importante avanço na prevenção de doenças que continuam entre as principais causas de hospitalização e mortalidade infantil em todo o mundo. Para a pneumologista pediátrica Rita Silva, a chegada da Pneumo 20 fortalece ainda mais a proteção oferecida às crianças nos primeiros anos de vida, período em que o sistema imunológico ainda está em desenvolvimento. “A vacinação é uma das medidas mais eficazes para prevenir doenças respiratórias graves. Com a Pneumo 20, conseguimos ampliar a proteção contra um número maior de sorotipos da bactéria pneumocócica, reduzindo o risco de pneumonia, meningite e outras infecções que podem levar à internação, deixar sequelas e, em situações mais graves, causar óbito”, explica a especialista. Além da proteção contra a pneumonia, a vacina também reduz o risco de otite média, uma infecção frequente na infância que, quando recorrente ou não tratada adequadamente, pode comprometer a audição e evoluir para complicações mais graves. Segundo a médica, muitas famílias ainda associam a pneumonia apenas a uma infecção pulmonar simples, mas a doença pode evoluir rapidamente, principalmente em bebês, crianças pequenas e pacientes com doenças crônicas. “A pneumonia pode apresentar evolução rápida nas crianças, especialmente nos menores de cinco anos. Por isso, investir na prevenção por meio da vacinação é sempre o melhor caminho. É muito mais seguro prevenir do que um tratamento, que podeser longo e delicado”, ressalta. Rita Silva. Durante o período de transição do Programa Nacional de Imunizações (PNI), o esquema vacinal será composto por uma dose da Pneumo 20 aos dois meses de idade, uma dose da Pneumo 10 aos quatro meses e uma dose de reforço da Pneumo 20 aos 12 meses, respeitando o intervalo mínimo de 60 dias entre a segunda dose e o reforço. Após o término dos estoques da Pneumo 10, o calendário passará a utilizar exclusivamente a Pneumo 20. Gratta Comunicação

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Superlotação na Maternidade Santa Mônica reacende debate sobre falta de leitos em Alagoas

Assessoria A situação de superlotação na Maternidade Santa Mônica voltou a ser alvo de críticas nesta semana. O vereador David do Emprego (União Brasil) esteve na unidade e denunciou as condições enfrentadas por pacientes e profissionais de saúde, apontando falta de leitos e dificuldades na regulação hospitalar em todo o estado. Além de denúncias graves sobre as condições internas. Imagens recebidas ao longo da semana mostram o que seriam vermes em uma refeição servida na unidade, além da presença de escorpiões nas dependências da maternidade. A gravidade dos relatos chama atenção por se tratar de uma unidade de referência no atendimento obstétrico e neonatal no estado. Somadas à superlotação, as denúncias reforçam um cenário crítico na saúde pública. Segundo o parlamentar, a unidade amanheceu mais um dia operando acima da capacidade. Ele relatou a presença de pacientes com suspeita de doenças infecciosas sem a devida estrutura para isolamento, o que agrava o cenário. “Estive na maternidade Santa Mônica, que vive superlotada. Amanhecemos mais um dia nesta situação. Até quando aguentaremos? Temos pacientes hoje com suspeita de tuberculose e covid sem local para isolamento”, afirmou. O vereador destacou que o problema não se restringe à maternidade e reflete uma deficiência estrutural em toda a rede hospitalar estadual. De acordo com ele, a escassez de leitos impacta diretamente o fluxo de atendimento nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), gerando atrasos na transferência de pacientes. “Sabe a demora na regulação? Na transferência de pacientes das UPAs ocorre justamente pela falta de leito nos hospitais. Se essa realidade não mudar, infelizmente vai continuar”, declarou. David do Emprego também criticou a gestão da saúde pública em Alagoas, afirmando que há carência de insumos básicos. “Além da falta de leitos, faltam insumos para cirurgias, faltam medicamentos, e tudo isso não é por falta de dinheiro, vocês sabem”, disse o vereador. O parlamentar ainda chamou atenção para o impacto direto da situação sobre o funcionamento das UPAs. Segundo ele, quando pacientes não conseguem ser transferidos para hospitais de referência, as unidades municipais ficam sobrecarregadas, comprometendo o atendimento. “Quando um paciente de uma UPA municipal não é transferido, a unidade fica superlotada e o caos se instaura. Nesse caso, ainda envolvem mães e seus bebês”, ressaltou. No contexto do Sistema Único de Saúde (SUS), a organização dos atendimentos de maior complexidade é de responsabilidade principal dos governos estaduais, que gerenciam a oferta de leitos, hospitais de referência e a regulação de vagas. Já os municípios atuam sobretudo na atenção básica e média complexidade, como nas UPAs, sendo responsáveis pelo primeiro atendimento e encaminhamento dos pacientes. A União, por sua vez, define diretrizes, políticas nacionais e participa do financiamento do sistema. Matéria aberta para possível nota da Secretaria de Saúde.

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Vacina brasileira contra a dengue mantém eficácia por até 5 anos

Estudo do Butantan mostra proteção de 80% contra casos graves Um novo estudo publicado pelo Instituto Butantan mostrou que a vacina brasileira contra a dengue permanece eficaz por pelo menos cinco anos após a aplicação.  O imunizante Butantan-DV foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em novembro do ano passado e já começou a ser aplicado em profissionais de saúde de diversas partes do país. Durante esse período nenhuma pessoa vacinada apresentou dengue severa, nem precisou de hospitalização por causa da doença. Com isso, a eficácia da vacina contra as formas graves da doença ou a infecção acompanhada de sinais de alerta ficou em 80,5%. A diretora médica do Butantan, Fernanda Boulos, explica que esse resultado é positivo não somente por confirmar a eficácia da vacina, mas por demonstrar a eficiência do esquema de dose única. A vacina produzida pelo Instituto é a primeira do mundo contra a dengue aplicada em apenas uma dose. “Vacinas que precisam de duas ou mais doses, a gente tem vários dados que mostram que muitas pessoas não voltam pra completar o esquema. Então, essa demonstração de que uma única dose mantém a proteção alta é muito importante. Mas é claro que nós vamos continuar acompanhando, para saber se realmente não vai ser necessário um reforço depois de 10 ou 20 anos”, afirmou. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Crianças e idosos A eficácia do imunizante contra a dengue, de forma geral, foi um pouco menor, de 65%. Mas o índice sobe para 77,1% entre as pessoas que já contraíram a doença antes de receber o imunizante. Os resultados também apresentaram algumas variações de acordo com a faixa etária, com maior eficácia entre adultos e adolescentes do que entre as crianças. Por essa razão, a Anvisa registrou a Butantan-DV apenas para pessoas de 12 aos 59 anos, apesar da vacina ter sido testada também em crianças, a partir dos 2 anos. “Eles reconhecem que os dados de segurança pra crianças estão corretos, mas como depois de cinco anos, a eficácia entre as crianças cai mais do que entre os adultos, nós precisamos saber se elas vão precisar de reforço”, explicou a diretora médica do Butantan. Fernanda Boulos acrescentou, no entanto, que o Butantan já está planejando, junto com a Anvisa, a realização de um estudo adicional em crianças para embasar a inclusão desse público no esquema de vacinação no futuro. Além disso, o Instituto já está fazendo testes em idosos, em um estudo que deve ter resultados no ano que vem. “O sistema imunológico também passa por um processo de envelhecimento, então é importante entender se os idosos tem a mesma capacidade de gerar resposta imune com a vacina”, explicou. O acompanhamento dos pacientes vai ser feito por um ano, depois os dados serão comparados com os dos adultos, e enviados para a Anvisa para uma possível ampliação do público-alvo. O diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM), Juarez Cunha, afirma que essa inclusão seria muito importante, considerando que a maior taxa de mortalidade por dengue é verificada entre idosos. Ele ressalta, ainda, os resultados importantes sobre a segurança da vacina apresentados no estudo. “Ele nos mostra que a vacina se mantém protetora por um prazo bastante longo, e é extremamente segura. E esse também é um aspecto fundamental. Qualquer medicação, incluindo vacina, a gente precisa ver como eles vão se comportar com a sua utilização”, complementa. Segurança Primeira vacina 100% nacional contra a dengue, de dose única, desenvolvida pelo Instituto Butantan. – Walterson Rosa/MS O estudo de longo prazo da Butantan-DV foram publicados na quarta-feira (4), na revista Nature Medicine e explica que a vacina foi, de modo geral, bem tolerada e não foram observadas preocupações de segurança a longo prazo.” Eles foram obtidos após o acompanhamento de mais de 16 mil pacientes, sendo que cerca de 10 mil receberam a vacina, e quase 6 mil receberam placebo, para compor um grupo de comparação. “Em termos estratégicos é fundamental que a gente tenha uma pesquisa nacional conseguindo chegar a esses produtos de ponta, eficazes e seguros. Possibilita que a gente consiga abastecer mais fácil o nosso Programa Nacional de Imunizações e também é um ativo de negociação com outros países”, destaca o diretor da SBIM. A diretora médica do Instituto Butantan, Fernanda Boulos, confirma que a prioridade absoluta é abastecer o Sistema Único de Saúde (SUS). Mas, assim que a demanda nacional for suprida, a instituição pública, vinculada ao estado de São Paulo, deve negociar a venda de doses para outros países, especialmente da América Latina, que também tem sofrido com epidemias da doença. Tâmara Freire – Repórter da Agência Brasil Publicado em 06/03/2026 – 12:27 Rio de Janeiro

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“Paz, Equilíbrio e Saúde Mental”: passeata do Janeiro Branco mobiliza Delmiro Gouveia nesta quinta-feira

Evento percorreu as ruas da cidade com dados sobre saúde mental, orientações de especialistas e apresentação emocionante do coral do CAPS. Nesta quinta-feira (15), em Delmiro Gouveia, aconteceu a Passeata do Janeiro Branco. Com o tema ‘Paz, equilíbrio e saúde mental’, o evento reuniu profissionais de saúde, usuários da rede de apoio e a comunidade para conscientizar sobre a importância do cuidado emocional e do autoconhecimento. Durante a caminhada, Valéria, uma das vozes à frente do movimento, apresentou dados estatísticos preocupantes sobre a saúde mental no Brasil, que atualmente ocupa posições alarmantes em rankings de ansiedade e depressão. Ela reforçou que o objetivo da ação é estimular a prevenção. “Não podemos esperar o limite para buscar o cuidado; a atenção diária com o que sentimos é fundamental”, pontuou. A psicóloga Maysa, do projeto Repensar, também participou da ação e fez um alerta necessário sobre o acolhimento. Em sua fala, ela destacou que o primeiro passo para a cura é reconhecer a necessidade de suporte. Maysa lembrou ainda que Delmiro Gouveia possui uma rede de serviços de saúde mental estruturada e pronta para acolher a população de forma gratuita e humanizada. O encerramento da passeata aconteceu em clima de forte comoção. Valéria agradeceu o engajamento de todos e afirmou que o Janeiro Branco é mais do que uma campanha, é um convite para que cada cidadão repense suas prioridades e busque o equilíbrio. Para simbolizar o acolhimento e a superação, o coral do CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) realizou uma apresentação musical que emocionou os presentes. Através de canções que falam sobre sentimentos e esperança, os pacientes demonstraram o poder transformador do tratamento e da integração social. A performance serviu como um testemunho vivo de que, com o apoio adequado, é possível superar crises e reencontrar o sentido da vida.

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Aplicação da vacina da dengue do Butantan começará a partir do dia 17

Por editor_portalal7.com.br 7 de janeiro de 2026 Imunização será para público de 15 a 59 anos Agência Brasil Instituto Butantan/Divulgação Na luta contra a dengue, o Sistema Único de Saúde (SUS) vai aplicar a vacina produzida pelo Instituto Butantan, de dose única, em três cidades: Maranguape (CE) e Nova Lima (MG), a partir de 17 de janeiro, e em Botucatu (SP), no dia 18. A ideia é avaliar os resultados com a imunização de pelo menos 50% dos moradores desses municípios. O público-alvo será composto pela população com a faixa etária entre 15 e 59 anos. “Para essa estratégia, será utilizada uma parte das primeiras 1,3 milhão de doses produzidas pelo Instituto Butantan”, afirmou o Ministério da Saúde, em nota. Ampliação O primeiro lote também será destinado aos profissionais da atenção primária, que atuam nas unidades básicas de saúde (UBS). Segundo o ministério, com o aumento da produção de doses, a partir da parceria de transferência de tecnologia entre o Instituto Butantan e a empresa chinesa WuXi Vaccines, a estratégia será gradualmente ampliada para todo o país. A ideia é começar pela população de 59 anos e avançar até o público de 15 anos, conforme a disponibilidade de doses. Atualmente, o SUS oferece a vacina em duas doses (produzida no Japão) para adolescentes de 10 a 14 anos. Eficácia O Instituto Butantan divulgou, nesta semana, que a vacina poderá ajudar a reduzir a quantidade de vírus em pessoas infectadas pelo patógeno, além de manter eficácia contra os diferentes genótipos do vírus circulantes no Brasil. A conclusão surgiu de uma pesquisa tornada pública pela revista The Lancet Regional Health – Americas. Baixas cargas virais provocam, em geral, quadros menos graves. No levantamento, os pesquisadores analisaram amostras de 365 voluntários que tiveram dengue sintomática entre 2016 e 2021 em 14 estados do Brasil. O estudo comparou dados dos grupos de vacinados e o de não vacinados. Segundo a pesquisa, apesar de algumas pessoas terem sido infectadas após a vacinação, a carga viral nos vacinados foi consideravelmente menor do que em participantes não imunizados. Isso, conforme avaliaram os pesquisadores, demonstrou a eficácia da vacina em induzir resposta imune e diminuir a replicação do vírus nas células. A vacina da dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan foi aprovada pela Anvisa após análise dos dados de cinco anos de acompanhamento dos 16 mil voluntários participantes do ensaio clínico. No público de 12 a 59 anos, faixa etária indicada pela agência reguladora, o imunizante mostrou 74,7% de eficácia geral e 91,6% de eficácia contra dengue grave e com sinais de alarme.

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Pneumologistas alertam para riscos do uso do vape nas festas de fim de ano

Pneumologista pediátrica Rita Silva – Foto: Cortesia Especialistas temem alta do consumo durante celebrações e reforçam que cigarros eletrônicos trazem danos semelhantes ao cigarro tradicional Com a proximidade das festas de fim de ano e o aumento natural das confraternizações entre amigos e familiares, pneumologistas de todo o país fazem um alerta: o uso do vape pode trazer sérios riscos à saúde — muitos deles ainda pouco conhecidos pela população. A popularização dos cigarros eletrônicos, especialmente em eventos sociais, impulsionada pela ideia de que seriam uma alternativa mais “leve” ou menos prejudicial que o cigarro convencional, preocupa especialistas. Para a pneumologista pediátrica Rita Silva, o cenário exige atenção urgente. “As pessoas estão confundindo liberdade de escolha com segurança. O vape não é inofensivo; ele causa danos rápidos e, em muitos casos, irreversíveis. Já estamos observando impactos pulmonares importantes em jovens com poucos meses de uso, já temos casos de pessoas que tiveram perdas severas da capacidade respiratória”, afirmou. Segundo a médica, a sensação de modernidade e a variedade de sabores acabam atraindo principalmente os mais jovens, que buscam no vape uma forma de socialização. “O apelo visual e o marketing em torno do produto criam a falsa impressão de que é algo seguro. Mas não se enganem: o vape mata tanto quanto o cigarro convencional”, reforçou Rita Silva. A médica lembra que estudos recentes já apontam que o aerossol liberado pelos dispositivos contém substâncias tóxicas capazes de causar inflamação pulmonar, irritação nas vias aéreas e maior predisposição a doenças respiratórias. Em um período tão curto de popularização, os médicos já registram quadros graves associados ao uso contínuo. ESCOLHA PERIGOSA Durante as festas de fim de ano, quando o consumo tende a aumentar devido ao clima de descontração e à sensação de permissividade, a orientação dos especialistas é clara: cautela. “Não se trata de proibir a diversão ou os encontros, mas de lembrar que escolhas feitas hoje podem trazer consequências sérias no amanhã”, diz a pneumologista. O alerta da médica reforça ainda a necessidade de informação e conscientização, especialmente entre adolescentes e jovens adultos, que compõem a parcela mais exposta aos riscos do vape. “São substâncias tóxicas, muitas vezes desconhecidas, aromatizadas, e que colocam em risco a saúde dos usuários”, acrescentou. Gratta Comunicação

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Samu atende vítimas de acidente com um morto e três feridos em Porto de Pedras

Colisão ocorreu neste sábado (29), na AL-465, mobilizando recursos avançados, incluindo helicóptero e equipes do Corpo de Bombeiros Acidente também mobilizou aeronave de resgate do Samu  Samu Arnaldo Santtos / Ascom Samu Uma grave colisão entre duas motocicletas e um carro deixou um morto e três pessoas feridas na manhã deste sábado (29), em trecho da rodovia AL-465, em Porto de Pedras, sentido Porto Calvo. Os feridos foram socorridos pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para o Hospital Regional do Norte (HRN). Um jovem de 30 anos morreu. Ele ficou com o corpo comprimido entre o tanque de combustível do veículo e o asfalto. A ocorrência foi registrada às 7h19, pela Central de Regulação das Urgências (CRU). Diante da complexidade do cenário, o médico regulador acionou imediatamente recursos avançados do Samu: um helicóptero do Departamento de Aviação de Alagoas (DEA), que faz parte do Programa Salva Mais do Governo do Estado, e duas equipes de Unidades de Suporte Básico (USB), além de viaturas do Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas (CBMAL). A operação de resgate foi coordenada pela equipe da CRU. As pessoas feridas, uma do sexo feminino, de 38 anos, e outra do sexo masculino, também 38 anos, estavam conscientes e estáveis. A passageira de uma das motocicletas e que usava capacete, foi encontrada deitada deitada de costas na pista, com queixas de dor no ombro direito, escoriações e provável fratura do antebraço esquerdo com sinais vitais estáveis. Ela foi conduzida ao HRN após receber imobilização e suporte médico no local. Já a vítima do sexo masculino, condutor de uma das motos e que não usava capacete, apresentava fratura na perna esquerda e dor nas costas, do lado direito. Seu estado geral clínico era estável, sendo conduzido à unidade hospitalar após receber suporte ventilatório e imobilização. A outra vitima do sexo masculino, de 30 anos, já estava sem sinais vitais quando a equipe do Samu chegou ao local. Segundo o relatório médico, ele apresentava sinais de asfixia e trauma cranioencefálico (TCE), com cabeça, tórax e abdome severamente comprimidos. O óbito foi confirmado no local, antes da chegada dos socorristas. O Corpo de Bombeiros executou o resgate do corpo do homem que morreu enquanto equipes do Samu mantinham os protocolos de estabilização das demais vítimas. A via foi interditada por cerca de duas horas para preservação do local e conclusão dos trabalhos de perícia. Uso do capacete O episódio reforça a importância do uso correto do capacete no trânsito, especialmente em rodovias com alta velocidade como a AL-465. “Esse acidente reflete uma realidade que enfrentamos diariamente: que pode ter sido a combinação de imprudência, velocidade e falta de uso de equipamentos de segurança gera consequências trágicas. O capacete salva vidas — e fez a diferença entre a vida e a morte para uma das vítimas”, destacou a coordenadora-geral do Samu em Alagoas, Beatriz Santana. “Dirigir ou pilotar exige atenção constante. Um segundo de distração pode mudar vidas para sempre. Usar capacete, respeitar os limites de velocidade e não pilotar sob efeito de álcool ou cansaço são atitudes simples, mas essenciais”, concluiu Beatriz. O corpo da vítima em óbito foi levado ao Instituto Médico Legal (IML) de Maceió para os procedimentos legais. As demais vítimas permanecem em observação no HRN, com previsão de alta nas próximas 48 horas. Em caso de acidentes sua ligação pode salvar uma vida. Em emergências, disque 192.

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