Cidadania Alagoas

Economia Solidária promove significativa transformação na vida das mulheres artesãs em Maceió

No mês dedicado à celebração e ao reconhecimento das conquistas femininas, a Prefeitura de Maceió destaca histórias inspiradoras de mulheres que viram na economia solidária uma chance de mudar suas vidas.

O programa Economia Solidária é o catalisador dessa transformação, impactando positivamente a vida de artesãs. Para essas mulheres, a atividade não apenas proporciona liberdade financeira, mas também serve como fonte de inspiração e amor.

A iniciativa tem se destacado ao criar oportunidades significativas para mulheres artesãs e empreendedoras na região de Maceió, sendo composta quase que exclusivamente por mulheres, com quase 100% de participação feminina nos grupos do programa.

Rosângela Nunes, por exemplo, cultivou seu amor pelo artesanato desde a infância, mas foi durante a pandemia que ela encontrou o estímulo para transformar sua paixão em um empreendimento. Sob o apoio de sua filha e com a assistência do programa Economia Solidária, testemunhou seu trabalho sendo reconhecido e valorizado.

Através do programa de Economia Solidária, Rosângela expressa sua gratidão e felicidade ao alcançar independência financeira. Em pouco tempo, ela comercializou mais de mil bolsas, não apenas em ações locais, como as promovidas pelo Sine Maceió, mas também internacionalmente. A artesã compartilha sua jornada desde a descoberta do talento em crochês e macramês até sua participação em eventos e exposições organizados pela Prefeitura de Maceió e outras instituições.

O programa permitiu que Rosângela conectasse eficientemente seu trabalho a outros ciclos de produção, oferecendo uma nova perspectiva ao mundo do artesanato. Para ela, o maior desafio do empreendedorismo feminino é superar as barreiras impostas pela própria insegurança e falta de crença no potencial. Contudo, ela encontrou no programa não apenas uma fonte de renda, mas também um caminho para o crescimento pessoal e profissional.

Por sua vez, Robervilda Davino, com habilidades excepcionais em crochê e macramê, possui uma história de amor e dedicação às artes manuais. Seu envolvimento com o artesanato remonta à infância, quando aprendeu os segredos do crochê com sua avó, uma mestra na arte dos fios e agulhas. O crochê tornou-se mais do que um hobby, transformando-se em uma forte conexão com suas raízes e uma forma de expressar sua criatividade.

Mesmo com uma carreira dedicada à educação, Dona Robervilda nunca abandonou sua paixão pelo crochê e pelo macramê. Ela encontrou no artesanato e na Economia Solidária não apenas uma forma de sustento, mas também uma fonte de realização pessoal. Participar de exposições não é apenas uma oportunidade de vender suas criações, mas também um espaço de conexão e sociabilidade.

Salomé Holanda, coordenadora do Economia Solidária de Maceió, destaca a relevância do programa para as mulheres, representando 98% dos artesãos envolvidos. Ela enfatiza a diversidade de produtos e histórias, incluindo aquelas que dependem exclusivamente dessa renda, as que buscam complementar seus ganhos e até mesmo as que encontram na atividade uma forma de superar quadros depressivos.

Holanda destaca a abertura do programa para novos participantes, explicando o processo de cadastro para interessados em gastronomia ou artesanato. Homens e mulheres são bem-vindos, com quatro homens já participando. Ela relata as oportunidades oferecidas aos artesãos, incluindo a presença em locais como Maceió Shopping, Shopping Pátio e Mercado das Artes 31. A participação em eventos itinerantes, promovidos pela Prefeitura de Maceió, é destacada como uma forma de expandir o alcance do artesanato local, ressaltando a qualidade única das peças produzidas localmente pelos próprios artesãos.

Fonte: Redação ANH/AL

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