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Caixa registra R$ 1,5 bilhão em dívidas renegociadas no Desenrola

Joédson Alves/Agência Brasil Banco atendeu mais de 70 mil clientes Share on WhatsApp Share on Facebook Share on Twitter Share on Linkedin Publicado em 16/08/2023 – 21:48 Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil – Brasília ouvir: Em um mês de operação do Programa Desenrola, a Caixa Econômica Federal renegociou R$ 1,5 bilhão em dívidas. Segundo balanço divulgado na noite desta quarta-feira (16), o banco regularizou mais de 88 mil contratos de 70 mil clientes. De acordo com a instituição financeira, 92% das propostas foram renegociadas à vista. Os principais tipos de dívidas regularizadas são em operações de cartão de crédito, cheque especial e Crédito Direto ao Consumidor (CDC). O programa Destinado a reduzir o endividamento da população, o Desenrola oferece desconto de até 90% nos débitos quitados à vista. Também é possível parcelar a dívida em até 120 meses, com entrada e primeira parcela para 30 dias. Para os financiamentos imobiliários, a Caixa oferece condições especiais de renegociação, como incorporação, pagamento parcial e utilização do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Personalizadas para cada contrato, as condições podem ser verificadas no aplicativo Habitação Caixa As condições negociais estão sujeitas ao enquadramento de cada contrato e poderão ser verificadas no APP Habitação Caixa e nos demais canais de atendimento do banco. Canais de atendimento Pelo site Negociar Dívidas, é possível verificar as condições oferecidas no Programa Desenrola e no programa próprio de renegociação da Caixa e os percentuais de descontos e os contratos contemplados. Outras informações sobre o Desenrola estão disponíveis no site do banco, nas agências bancárias e no telefone Alô Caixa, nos números 4004 0104 (capitais e regiões metropolitanas) e 0800-104-0104 (demais regiões). Edição: Marcelo Brandão Fonte: Agência Brasil

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São Paulo bate Corinthians para alcançar final da Copa do Brasil

Rubens Chiri/saopaulofc.net/Direitos reservados Tricolor enfrenta na decisão quem passar entre Flamengo e Grêmio Share on WhatsApp Share on Facebook Share on Twitter Share on Linkedin Publicado em 16/08/2023 – 21:51 Por Agência Brasil – Rio de Janeiro ouvir: O São Paulo é o primeiro finalista da Copa do Brasil. A classificação para a decisão da competição nacional foi alcançada, na noite desta quarta-feira (16) no estádio do Morumbi, após vitória de 2 a 0 sobre o Corinthians. Este resultado reverteu a vantagem obtida pelo Timão na ida das semifinais, quando triunfou por 2 a 1 em Itaquera. Apoiado por mais de 62 mil torcedores e precisando de gols para se classificar, o São Paulo começou a partida adiantando suas linhas para pressionar a saída de bola do Corinthians, que pouco fazia dentro das quatro linhas. E a aposta do técnico Dorival Júnior começou a dar frutos aos 12 minutos do primeiro tempo. Após Cássio errar na saída de bola, Pablo Maia ganhou disputa com Yuri Alberto e tocou para Wellington Rato, que avançou com muita liberdade, ajeitou a bola para a perna esquerda e acertou uma bomba para abrir o placar. A partir daí o Tricolor diminuiu um pouco a sua rotação, mas o Timão continuava a mostrar muito pouco. E, aos 31 minutos, o São Paulo contou com o brilho de Lucas Moura para desequilibrar. O meia-atacante lançou na ponta direita para Wellington Rato, que cabeceou para o meio da área, onde o camisa 7 chegou em velocidade para escorar de cabeça e ampliar. Na etapa final o Corinthians melhorou e chegou a criar boas oportunidades, mas o São Paulo foi superior para quase chegar ao terceiro com Wellington Rato e segurar a vantagem até o apito final. Agora o São Paulo aguarda o jogo desta quarta entre Flamengo e Grêmio para conhecer o seu adversário na grande decisão da competição, que será disputada em partidas realizadas nos dias 17 e 24 de setembro. Edição: Fábio Lisboa Fonte: Agência Brasil

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Carro capota em acidente no bairro da Ponta Verde, em Maceió

Foto: Reprodução/Rede Social Um acidente no cruzamento entre a Avenida Deputado José Lages e a Avenida José Júlio Sawer, no bairro de Ponta Verde, parte baixa de Maceió, resultou no capotamento de um carro na tarde desta terça-feira (15). Até o momento há informações sobre uma vítima do sexo feminino, mas o estado de saúde dela não foi divulgado. Segundo informações do Corpo de Bombeiros, uma equipe de militares foi acionada para o resgate de feridos, mas ainda sem precisar a quantidade de pessoas que necessitaram de atendimento. A ocorrência foi registrada na corporação como colisão entre dois carros. Imagens compartilhadas na internet mostram que um dos veículos ficou com o teto junto ao asfalto após o capotamento. A dinâmica da colisão ainda é desconhecida. Uma equipe da DMTT deve ser enviada ao local para o controle do trânsito. Por: ANH/AL

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TRE de Roraima cassa o mandato do governador Antonio Denarium por distribuição de cestas básicas

Foto: Marcelo Camargo Antonio Denarium (PP), o governador de Roraima, teve o mandato cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral de Roraima (TRE-RR), na última segunda-feira (14), por distribuição de cestas básicas no período eleitoral de 2022. Ele está no segundo mandato. Cabe recurso da decisão ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) — com isso, ele permanece no cargo até a decisão superior. Em nota, Denarium disse que está com “a consciência tranquila de que fiz o correto pelo bem do nosso povo. As ações realizadas pelo nosso governo sempre tiveram objetivo de ajudar quem mais precisa”. O governo do estado informou que o governador recorrerá da decisão. A cassação foi decidida pelo voto da presidente do TRE-RR, desembargadora Elaine Bianchi. Ao votar para que Denarium perdesse o mandato, ela determinou que ele deverá deixar o cargo para realização de novas eleições assim que for publicado o acórdão do julgamento. Por: ANH/Redação

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Pais que lutam: eles combatem racismo e se multiplicam em amor

Arquivo Pessoal Compromisso é tratar diversidade de forma natural, sem preconceitos Share on WhatsApp Share on Facebook Share on Twitter Share on Linkedin Publicado em 13/08/2023 – 07:50 Por Luiz Claudio Ferreira – Repórter da Agência Brasil – Brasília ouvir: 12/08/2023, Três pais, um filho: Pedro aprende sobre respeito e diversidade dentro da própria casa – Foto- Arquivo Pessoal “Do Leme ao Pontal, não há nada igual…”. Foi à beira do mar, no Leme, na zona sul do Rio de Janeiro, cantada pelos versos de Tim Maia, que a história de uma família recomeça. Foi lá, há cerca de 10 anos, que Juliano Almeida expressou para o marido, Roberto Jardim, sobre o maior sonho: ser pai. Um grande amigo de longa data, Ricardo Souza, que é solteiro, também se sensibilizou com as palavras de Juliano, e resolveu ajudar intensamente na procura e nos trâmites da adoção de um menino. O sonho na beira da praia responde hoje como uma realidade. Pedro tem oito anos, é negro e chama os três homens de “pai”. Uma história de proteção multiplicada e, como todo amor, não há igual… Aliás, desde cedo, o menino ouviu em casa que ninguém é igual. “Alguém comentou na escola que ele era adotado e ele veio perguntar para a gente. Ele lida de uma forma muito tranquila porque a criança entende como natural”, afirma Juliano, de 50 anos, que é produtor cultural. Para os adultos, uma transformação em andamento. “Ser pai é uma oportunidade que a pessoa tem para se tornar um melhor ser humano”, entende o marido Roberto, que trabalha como contador. “É uma mistura de sensações. Ao mesmo tempo que é um amor que não tem como medir, é uma preocupação diária que dividimos”, avalia o amigo, Ricardo, de 49, estilista, que está morando na cidade de Cabo Frio, a 200 km da capital fluminense. Juliano recorda que foi despertado também para ser pai ao observar e sofrer diante das injustiças como a fome e abandono nas ruas. Ele, o marido e o amigo multiplicam-se também entre eles para equilibrar amor e limites no processo de educação. Os três buscam, na medida do possível, agendar eventos e até viagens para os quatro estarem juntos. Um compromisso deles na criação do menino é tratar a diversidade de forma natural e ser contra toda forma de preconceito. “Ele ainda não passou por episódio de racismo. A gente traz para ele a naturalidade da pluralidade de cor de pele, de sexo e de religiões”. “Ele me procurou para falar de racismo” Nesse caminho, o sociólogo Helton Souto, presidente do Instituto Dacor (Ong de combate ao racismo), entende que é possível tratar de temas como o preconceito racial de uma forma natural com a criança, a fim de que ela se sinta empoderada para perguntar o que quiser. Como pai de Augusto, de 7 anos, um menino negro, como ele, Souto entende que falar de racismo é desafiador a qualquer momento, mas necessário. Ele, a mãe, que é branca, e o filho vivem em São Paulo (SP). “A valorização da identidade e da autoestima é bastante Importante. Às vezes, uma criança negra vai ter que lidar com manifestação de racismo de uma forma muito crua”. O pesquisador lida com esse tema em casa. “É preciso fortalecer essa identidade e a oportunidade de falar sobre isso. Meu filho viveu uma situação racista na escola. Falaram do cabelo dele. Ele chegou em casa sem entender. Ele puxou esse assunto e conversei com ele”. Desde então, o garoto encontra no pai um ouvido atento para eventuais surpresas e dúvidas sobre tudo o que é incompreensível. A experiência fez com que os pais do menino procurassem a escola para conversar, o que foi uma oportunidade de uma aproximação contra o racismo. A forma natural de falar sobre preconceito acaba sendo tratada até quando vão jogar videogame e não encontrarem um personagem de pele e cabelo semelhante aos do pai e filho. “Eu não vou dar aula sobre identidade racial para meu filho. A vivência é o melhor caminho”. O pai fica orgulhoso do filho, que mesmo tão cedo questiona por que ainda tem tanta gente em situação de rua. Conversa enquanto brinca 12/08/2023 – Anderson Rosa conversa sempre com a filha, Liah, sobre diversidade. Foto: Anderson Rosa/Arquivo Pai de uma menina de cinco anos de idade, Liah, o professor de educação física Anderson Rosa, de 36, morador de Brasília, tem a parceria da esposa, Lélia Charliane, que é professora de história.  “A gente divide todas as tarefas. Não existe essa coisa de tarefa de homem e tarefa de mulher. Com a minha filha, a gente brinca de tudo. A gente sempre está conversando”. O pai pergunta como é que foi o dia dela. E cada dia tem uma novidade. Um dos temas é a conversa sobre a diversidade da cor de pele. “A gente procura falar para ela o tempo todo essa questão de ela ser negra. Criamos ela para ser empoderada mesmo”. Foi a esposa, diretamente, e a filha, pela presença, que o professor entendeu que é necessário se defender dos preconceitos. “A gente tem conversado com ela desde pequena. Conseguimos mostrar para ela de uma forma natural”. Inspirações 12/08/2023, Hugo Teles, pai de Camila e João, afirma que adoção e racismo não são tabus dentro de casa. Foto: Arquivo Pessoal Por falar em experiência forte, a história de paternidade do advogado Hugo Teles, de 44 anos, é inspiradora. Pai de João, de 13 anos, e de Camila, de 12, ele se preparou para a paternidade, a grande experiência de sua vida. Ele e a esposa, Karina, adotaram os amores da vida quando eram bebês. Tudo foi tão transformador para ele que se tornou voluntário em um grupo de apoio à adoção. Quando criança, ele teve um câncer linfático e, depois, descobriu que era estéril. “Optamos pelo caminho da adoção. Nessa caminhada, eu construí a minha a minha ideia do que seria um pai antes dos meninos chegarem”. Ele e a esposa começaram a frequentar grupos de apoio e discussão

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Exposição no Complexo da Maré destaca estética dos bailes de favela

Thais Valencio/ Divulgação Trabalhos são de artistas que vivem em comunidades periféricas do Rio Share on WhatsApp Share on Facebook Share on Twitter Share on Linkedin Publicado em 12/08/2023 – 17:40 Por Rafael Cardoso – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro ouvir: Bailes de favela são o tema da exposição Pista Ritmo Fluxo, que estreia hoje (12) no Galpão Bela Maré, espaço cultural na favela Nova Holanda, Complexo da Maré, no Rio de Janeiro. A mostra apresenta pinturas, fotografias e instalações produzidas por artistas de comunidades periféricas do Rio de Janeiro. A iniciativa é coordenada pelo Observatório de Favelas, organização da sociedade civil que defende políticas públicas e direitos às populações de favelas. Durante três meses, os artistas participaram de uma residência-formativa na Escola Livre de Artes (ELÃ). Nos encontros, eles estudaram a estética dos bailes, com ênfase nos aspectos culturais e políticos. Nesse período, foi prepara e montada a exposição. E o público em geral teve a oportunidade de participar de uma Aula Baile aberta. 12/08/2023, Exposição no Complexo da Maré destaca estética dos bailes de favela. Foto: Thais Valencio/ Divulgação – Thais Valencio/ Divulgação Os artistas residentes que expõem trabalhos nessa edição do projeto são: Agatha Maria, Aline Peres, Bruno Lyfe, Ciana, Guilherme Kid, Idra Maria, Joelington Rios, Malvo, Mapô, Mayra, Melissa de Oliveira, Myllena Araujo, Preta QueenB Rull, Roberta Holiday e Tainan Cabral. Todos de origem favelada e periférica. A curadoria da exposição é de Jean Carlos Azuos. A parte pedagógica ficou sob responsabilidade da coordenadora Natália Nichols. Ela destacou a importância do intercâmbio cultural entre os participantes e da diversidade de experiências artísticas. “A mostra celebra essa cena artística que nasce com o desejo de exaltar referências culturais que vem das favelas e periferias. Será possível ver trabalhos em diversos suportes e influências como pintura, fotografia e instalação. A exposição é fruto desta experiência artístico-pedagógica e também foi pensada coletivamente pelo grupo”, disse Natália Nichols. No evento de lançamento da exposição, se apresentam a multiartista e pesquisadora de som Ciana, com participações de Preta QueenB Rull (cantor, compositor, ator, criador de conteúdos e drag queen) e Mother Idra Maria (performer, figurinista e artista cênica). Elas vão trazer um pouco da cultura ballroom, bailes voltados tradicionalmente para a população afro-americana e latina LGBTQ+. Também estão previstas participações dos DJ Glau e DJ Onírica, e do Batekoo DJ Set (movimento de artistas negros, periféricos e LGBTQ+). A Escola Livre de Artes (ELÃ) existe desde 2019 e tem apoio do Ministério da Cultura. E conta com patrocínio do Instituto Cultural Vale, Itaú Unibanco e White Martins, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Serviço Exposição Coletiva PISTA RITMO FLUXO Local: Galpão Bela Maré. Rua Bittencourt Sampaio, 169, Maré, Rio de Janeiro – RJ. Abertura: Dia 12/08, a partir das 15h Visitação: Até 14/10, de terça-feira a sábados, das 10h às 18h Entrada gratuita Edição: Aécio Amado Fonte: Agência brasil

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Diesel pode faltar em postos de Alagoas após distribuidoras restringirem venda de combustível

Foto: Agência Brasil/Fernando Frazão A nova política de valores da Petrobras e a defasagem do preço dos combustíveis podem dificultar o abastecimento do diesel em Alagoas e em outros 20 estados. Conforme cálculos do setor, divulgado primeiramente no site Estadão, a defasagem do preço dos combustíveis chegou a 26%, tornando a importação do produto inviável para as distribuidoras e limitando a venda do diesel para o mercado interno. Segundo informações, algumas distribuidoras começaram a colocar restrições na venda de diesel e o combustível pode faltar para o consumidor alagoano. O diretor de Logística, Comercialização e Mercados da Petrobras, Claudio Schlosser, descartou, em entrevista ao jornal Valor Econômico, qualquer problema de abastecimento de diesel, principalmente o S10, no País. Segundo o executivo, os volumes importados para agosto já foram fechados e, no momento, está sendo planejada a importação de setembro. “Não há risco de desabastecimento, não trabalhamos com esse cenário”, disse Schlosser. Por: ANH/AL

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Atenção: Mutirão para renegociar dívidas termina nesta sexta-feira dia 11 de Agosto

Imagem: Google   Brasileiros com contas atrasadas, de qualquer natureza ou valor e independentemente da renda, têm até esta sexta-feira dia 11 de Agosto para recorrer a órgãos de defesa do consumidor de estados e municípios a fim de negociar suas dívidas. Coordenado pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e batizado de Renegocia! o mutirão nacional começou em 24 de julho e tem como objetivo auxiliar cidadãos em dificuldades financeiras antes que as dívidas superem suas capacidades de pagamento. Em nota, o Ministério da Justiça e Segurança Pública informou que um dos principais enfoques do mutirão é a prevenção do superendividamento, com a garantia do mínimo existencial. Em junho, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva editou decreto que aumenta de R$ 303 para R$ 600 o valor do mínimo existencial, quantia de renda protegida por lei em casos de superendividamento. “O Renegocia! é uma iniciativa que visa criar um ambiente favorável para que consumidores com dívidas em excesso possam renegociá-las de maneira acessível e buscar soluções para sair dessa situação. O mutirão não se limita apenas a dívidas bancárias, mas abrange também outros tipos de débito, como dívidas com o varejo. Estão excluídas das negociações dívidas com pensão alimentícia, crédito rural e imobiliário”, destacou a pasta. Quem pode participar Apesar de ter como foco principal a prevenção do superendividamento, qualquer consumidor que tenha dívidas em atraso pode participar da ação. Não há limites nos valores das dívidas, nem de renda. Como participar Para participar do mutirão, os consumidores interessados devem procurar os órgãos de defesa do consumidor (Procons, Ministério Público, Defensoria Pública e associações de defesa do consumidor) mais próximos da sua localidade. É possível também utilizar o portal consumidor.gov.br para a negociação das dívidas. Por: Elialdo Hora ANH/Redação

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Servidores federais e governo não têm acordo para reajuste de 2024

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil   A reunião entre o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) e representantes de servidores públicos federais, para tratar da Campanha Salarial de 2024, terminou sem consenso. O encontro aconteceu na tarde desta quinta-feira (10), na sede do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), em Brasília. Esta é terceira reunião do ano com a Mesa Nacional de Negociação Permanente, que foi reinstalada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em fevereiro. As duas primeiras reuniões sobre o tema foram realizadas nos dias 11 e 25 de julho, em Brasília. A bancada sindical acusa o governo federal de vincular a proposta de reajuste à aprovação do arcabouço fiscal e, com isso, paralisar as negociações. O projeto está na Câmara dos Deputados, para onde voltou após ser aprovado no Senado e sofrer alterações. Os deputados têm até 31 de agosto – data limite para votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) – para votar o texto. A Federação Nacional de Sindicatos de Trabalhadores em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social (Fenasps) entende que devido aos limites previstos no arcabouço fiscal, o futuro da negociação ainda está indefinido. Após o encontro, a Fenasps divulgou nota à imprensa sobre a resposta do governo. “Esta decisão do governo representa uma frustração para o conjunto dos servidores federais que aguardam há muito tempo para terem reajuste salarial e correção nos benefícios sociais como Saúde e auxílio-alimentação”. Na reunião desta quinta-feira, o governo federal foi representado pelas Secretarias de Gestão de Pessoas (SGP) e de Relações de Trabalho (SRT), ambas do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos. Procurado, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos não se manifestou sobre a negociação com os servidores até o fechamento desta reportagem. Não há data para uma nova reunião da Mesa Nacional de Negociação Permanente e a continuidade das negociações. Com informações da Agência Brasil Por: redação ANH/AL

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Especialistas dizem que linguagem rebuscada dificulta acesso à Justiça

Foto: Marcello Casal/Agência Brasil   Em 1827, teve início a história formal do ensino jurídico no Brasil, com a edição do decreto que criou cursos de direito em São Paulo e em Olinda, Pernambuco, por meio de uma lei de 11 de agosto daquele ano. A criação das faculdades foi necessária porque, depois da Independência do país, em 1822, foi preciso haver brasileiros com conhecimento nesta área. Desde então, muita coisa mudou no país, que, de monarquista, passou a ser república. A linguagem jurídica, entretanto, não se descolou do passado e continua usando termos rebuscados e de difícil entendimento para o cidadão leigo. Pensando em auxiliar na mudança dessa situação, a advogada, escritora e jornalista Ivy Farias, que também é autora de Escrever Direito: Manual de Escrita Criativa Para Carreiras Jurídicas, vai ministrar nas seccionais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e de Mato Grosso um curso inédito para “ensinar” os profissionais da área a simplificar a linguagem. A ideia é trocar o “juridiquês” por uma linguagem que seja compreendida por qualquer pessoa. “O Brasil mantém uma forte tradição portuguesa, colonialista, no direito. Então, o primeiro ponto é entender que estamos reproduzindo, em vez de produzindo, muitas vezes sem refletir. Hoje nós lemos mais, mas compreendemos menos, e há uma série de conteúdos que não existiam décadas atrás. A atenção é dispersa. Então, tudo que é feito para economizar o tempo de quem lê é bem-vindo”, diz Ivy. Com informações da Agência Brasil Por: redação ANH/AL

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