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Vigilância Sanitária de Maceió interdita panificação no Vergel do Lago

Visa Maceió   Em mais uma ação da Vigilância Sanitária de Maceió, realizada nesta quarta-feira (5), uma panificação, no Vergel do Lago, foi interditada por funcionar fora das normas sanitárias vigentes no Município. Durante a inspeção, fiscais da Visa Municipal flagraram um ambiente insalubre, péssimas condições de higiene e equipamentos fora dos padrões sanitários. “Em nossa visita ao estabelecimento, encontramos um negócio que funcionava de forma irregular e apresentava aspectos de insalubridade, o que compromete totalmente a confiabilidade no serviço que vinha sendo oferecido à população. Por esse motivo, tivemos que interditar”, explicou o coordenador da Vigilância Sanitária de Maceió, Airton Santos. Por conta das irregularidades encontradas, o local deverá responder a processo administrativo e poderá receber multa que varia de R$ 180,00 a R$ 19 mil, a depender da gravidade das infrações cometidas. O estabelecimento também foi autuado e terá 30 dias para se adequar às normas e retomar com seu funcionamento. Disque Denúncia Para denunciar irregularidades, observadas em estabelecimentos fora das adequações sanitárias e que causam riscos à saúde da população, os maceioenses podem entrar em contato no telefone (82) 3312-5495, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, ou pelo WhatsApp (82) 98752-2000, que funciona 24h, todos os dias, para o recebimento de mensagem de texto, foto e/ou vídeo. Todas as denúncias são anônimas, garantindo o sigilo do denunciante. Com informações da Ascom SMS Por: redação ANH/AL

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Após ser vítima de incêndio Zé Celso Martinez morre aos 86 anos em São Paulo

Ícone das artes cênicas brasileiras, o dramaturgo, diretor, ator e encenador José Celso Martinez Corrêa morreu nesta quinta-feira (6), na capital paulista, aos 86 anos. “Tudo é tempo e contra-tempo! E o tempo é eterno. Eu sou uma forma vitoriosa do tempo. Nossa fênix acaba de partir pra morada do sol. amor de muito. amor sempre”, disse em postagem nas redes sociais o Teatro Oficina. Zé Celso, como era conhecido, foi internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital das Clínicas após um incêndio em seu apartamento, mas não resistiu aos ferimentos. Ele teve 53% do corpo atingido por queimaduras, ficou sedado, entubado e com ventilação mecânica. Além do dramaturgo, estavam também no apartamento do Paraíso, na Zona Sul da capital, Marcelo Drummond, marido de Zé Celso, Ricardo Bittencourt e Victor Rosa, além do cachorro Nagô. Os três, incluindo Nagô, ficaram em observação por terem inalado muita fumaça. Quem era Zé Celso O dramaturgo, que nasceu em Araraquara, interior paulista, em 1937, é conhecido pela maneira excêntrica e ousada de montar suas peças de teatro e provocar a plateia. Em junho deste ano, Zé Celso se casou com Marcelo Drummond, de 60 anos. Usando ternos brancos, o casal oficializou a relação de quase 40 anos em uma cerimônia no Teatro Oficina Uzyna Uzona, sede da companhia teatral criada pelo dramaturgo na região central de São Paulo. Zé Celso iniciou a carreira no final da década de 1950 com duas peças de sua autoria: “Vento Forte para Papagaio Subir” e “A Incubadeira”. Sua influência artística foi além dos palcos, aparecendo também em obras do cinema, como “O rei da vela” e “25”. Sem medo de experimentações e com constante desejo de renovação, Zé Celso provocou atores e público, criando um teatro mais sensorial, sempre guiado pela realidade política e cultura do país. Ele estudou na Faculdade de Direito do Largo São Francisco, onde participou do Centro Acadêmico. O diretor não concluiu o curso, mas foi durante seu período universitário que fundou o Grupo de Teatro Amador Oficina, no final da década de 1950. Inquieto e irreverente, o artista se destacou com suas montagens de criações coletivas. Em 1961, o grupo ganhou uma sede na Rua Jaceguai, no Centro da capital paulista, e se profissionalizou, se tornando o tradicional Teatro Oficina. Desde 1982, o Teatro Oficina é tombado como patrimônio histórico. A companhia é considerada uma das mais longevas em atividade no Brasil. Em 1964, Zé Celso levou ao palco a peça Andorra, que marcou sua transição do realismo para um teatro com uma postura mais crítica, inspirada no teatro épico do dramaturgo alemão Bertolt Brecht. Nesse período, Zé Celso viajou para a Europa para aprofundar seus estudos sobre Brecht. Anos após sua volta, o diretor levou o texto do alemão “Galileu Galilei” para os palcos do Oficina. Improviso no palco, provocações na plateia Em 1966, a sede do teatro foi destruída por um incêndio provocado por grupos paramilitares. Para reconstrução do espaço, o grupo levantou fundos fazendo remontagens de antigos sucessos no palco. No final da década de 1968, Zé Celso levou ao Rio de Janeiro sua primeira peça fora do Teatro Oficina. Na ocasião, ele dirigiu o histórico espetáculo Roda Viva, de Chico Buarque, com um tom provocador. O espetáculo ganhou remontagem em 2019. Na peça, os atores incitavam a plateia fisicamente, iniciando algo que se tornou uma marca nos trabalhos do diretor. Com os trabalhos seguintes, Zé Celso foi aumentando ainda mais os projetos sensoriais, que estimulam os atores ao improviso e colocam a plateia em uma posição secundária. Essas iniciativas de Zé em transformar a relação entre o palco e a plateia chegaram a se transformar em um movimento chamado de te-ato. Exílio em Portugal Os integrantes do Teatro Oficina foram perseguidos pelo regime militar. Em 1974, Zé Celso partiu para o exílio em Portugal depois de ficar detido por 20 dias e ser torturado. Durante o exílio, apresentou algumas peças e dirigiu o documentário O Parto, retornando para o Brasil em 1978. Na década de 1980, Zé Celso ficou afastado dos palcos, se dedicando a pesquisas e a oficinas ministradas no espaço.

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Polícia Militar lança o Programa Sax ao Entardecer

Divulgação   Apresentações acontecerão nas sextas-feiras do mês de julho, sempre às 17hUm dos principais cartões postais da cidade de Maceió vai ganhar mais um atrativo durante este mês de julho. A Polícia Militar, por meio de seu Centro Musical e da 5ª Seção do Estado-Maior Geral (EMG), vai promover o Programa Sax ao Entardecer no Marco dos Corais, na Ponta Verde. Todas as sextas-feiras do mês, sempre às 17h, alagoanos e turistas poderão prestigiar a performance ao vivo de uma representação da Banda da PM, que é patrimônio histórico, artístico e cultural do Estado. Banda da PM A Banda da PM conta com a estima do público, sejam alagoanos ou turistas e já ganhou até fã-clube. O Sax ao entardecer é mais uma atividade que a Corporação leva às ruas. A iniciativa visa agregar a outra ação pública, o Programa Vem Ver a Banda Tocar (PVVBT), que já virou tradição nas manhãs de domingo da chamada Rua Aberta. O PVVBT é um projeto da Polícia Militar de Alagoas que começou em 1998 e leva um repertório com variados tipos de músicas e ritmos à Praia de Ponta Verde. Programa Sax ao Entardecer- Quando: sextas-feiras de julho, sempre às 17h- Local: Marco dos Corais, Ponta Verde – Maceió. Com informações da Agência Alagoas Por: redação ANH/AL

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Perícia constata contaminação de petiscos que intoxicou cães em Alagoas

Foto: Reprodução O laudo da Perícia que analisou amostras de petiscos caninos Dental Care, produzido pela empresa Bassar, apontou que a ração provocou doença em uma cadela de Alagoas. Com a perícia, foi constatada a presença da substância imprópria para consumo animal, etilenoglicol (monoetilenoglicol). Após a confirmação do fato, Julyanna, tutora da cadela Valentina, que adoeceu ao comer os petiscos, afirmou que está lutando por justiça. “Alguém que também adquiriu um produto deste, entre em contato”, pediu Julyanna. O delegado Robervaldo Davino, titular da Delegacia dos Crimes Ambientais de Maceió, revelou que vai dar continuidade as investigações, inclusive intimando o gerente da loja e ouvir a dona do animal.  

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Linhas de ônibus do Eustáquio Gomes serão unificadas; confira a mudança

Foto: Divulgação A partir do próximo sábado (8), os trajetos dos ônibus que atendem o Conjunto Eustáquio Gomes, na parte alta de Maceió, serão modificados. A informação foi divulgada pelo Departamento Municipal de Transporte e Trânsito (DMTT), nesta quarta-feira (5). A linha 4012 – Terminal Eustáquio Gomes/Maceió I será substituída pela 4003 – Terminal Eustáquio Gomes/Grand Jardim (Maceió I), que passará a atender o Conjunto Maceió I e condomínios do Grand Jardim. Sendo assim, a partir de agora, os coletivos partirão do terminal do Eustáquio Gomes, passarão pela 2ª rotatória do Jardim Royal, Residencial Maceió I, Grand Jardim e rotatórias do Jardim Royal, de onde retornarão para o terminal do Eustáquio Gomes. Por: ANH/AL

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Fuga em massa em presídio do Agreste é impedida por Policiais Penais

Foto: Assessoria Um fuga em massa de reeducandos foi impedida pela equipe plantonista que trabalha no Presídio do Agreste, em Girau do Ponciano, nesse último domingo (03). Na cela onde a irregularidade foi detectada, estão presos integrantes de facções criminosas. Conforme o diretor da unidade prisional, policial penal Bruno Sampaio, a chefia do Presídio do Agreste recebeu informações do Serviço de Inteligência da Secretaria da Ressocialização e Inclusão Social (Seris) e se antecipou, fazendo inversão de todos os módulos da unidade para evitar que o plano de fuga que estava em andamento fosse executado. “E mesmo a gente fazendo essa movimentação, a inversão dos módulos, eles tentaram serrar as grades. De imediato, os presos da cela foram extraídos e isolados para abertura do PAD (Processo Administrativo Disciplinar) para apurar todos os fatos ocorridos”, destaca Bruno Sampaio. A chefia plantonista do presídio identificou uma movimentação vinda de dentro de uma cela, que acabou chamando a atenção. Neste momento, foi acionada uma equipe de reforço que conseguiu impedir a consumação do plano de fuga. “A auxiliar de chefe de plantão visualizou no monitoramento uma movimentação estranha no módulo B da cela 1. Então ela observou e acionou a equipe que desceu de imediato. Esse módulo é faccionado do Comando Vermelho”, destacou o policial penal Bruno Sampaio, diretor do Presídio do Agreste. Após a tentativa de fuga, o COP (Comando de Operações Penitenciárias), com apoio do Gerit (Grupamento de Escolta, Remoção e Intervenção Tática), realizaram “batida geral” na unidade, assim como foi reforçada a segurança nas guaritas para evitar fugas e resgates. Por: ANH/AL

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Carro é engolido por cratera em avenida de Recife/PE

Foto: Reprodução/Redes Sociais Um carro foi engolido por uma cratera em uma avenida da zona oeste do Recife na manhã de segunda-feira (3). Um trecho da Avenida Recife cedeu e o veículo ficou preso na cratera no bairro de Areias, não há informações sobre quantas pessoas estavam no carro, mas pelo menos uma foi vista saindo do veículo com ajuda de motoristas que passavam no local. O órgão de limpeza urbana da capital foi acionado e averigua o problema, segundo nota da Prefeitura do Recife. A cratera surgiu três dias após fortes chuvas causarem pontos de alagamento intransitáveis na avenida, que liga a zona sul à zona oeste da capital. “A Autarquia de Manutenção e Limpeza Urbana do Recife (Emlurb) informa que uma equipe do órgão já se dirigiu ao local para averiguar o problema e sinalizar a área”, disse a Prefeitura do Recife, em nota. Por: ANH/PE

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Tutora é multada em mais de R$ 600 por latido de cachorro em condomínio em Fortaleza

Reprodução   Uma moradora de condomínio no Bairro Papicu, em Fortaleza, foi surpreendida no início de junho após receber uma multa de R$ 664 por sua cachorra ter latido enquanto as duas saíam do residencial na manhã de um domingo. A tutora do animal precisou realizar uma rifa de um bolo entre amigos para pagar a taxa. O caso ocorreu no dia 4 de junho, por volta das 6h30 da manhã. Segundo a moradora, que não quis se identificar, quando ela e a cachorra se encaminhavam para portaria do prédio para sair, outro condômino estava com o cachorro em um espaço próximo, que é reservado para pets. Quando os dois animais se viram, latiram um para o outro. Após o estranhamento, ela saiu com a cachorra. Na semana seguinte, a multa chegou. “Toda a interação não durou um minuto”, relembra a moradora, que é professora universitária. “A minha cachorrinha não faz necessidades em casa. Então eu sempre desço com ela de manhã e de tarde. E eu gosto de sair com ela muito cedo porque ela veio de um abrigo, então ela ainda é muito arisca com outros animais”, explica. O documento em que a moradora foi notificada da multa, ao qual o g1 teve acesso, afirma que “seu animal é muito ruidoso e emite diversos latidos, então, nesse domingo vários moradores acordaram na hora dos barulhos”. O texto também destaca que, conforme o regimento interno do condomínio, animais domésticos são permitidos desde que “não interfiram na segurança e tranquilidade dos moradores”. O documento também diz que a cachorra late “excessivamente”, enquanto o outro animal “não reage da mesma forma”. A moradora contesta a descrição do condomínio. “Uma vizinha participa do grupo e ela comentou comigo que achou estranho, porque quando tem alguma reclamação vão logo pro grupo reclamar com o síndico, e ela disse que não houve nenhuma reclamação”, aponta.   O que muito vezes é chamado de “lei do silêncio”, na verdade, não é uma lei única, mas um conjunto de regras previstas na legislação brasileira para proibir a perturbação do trabalho ou sossego alheios. De modo geral, a legislação define que é proibido fazer barulho excessivo entre 22 horas e 6 horas da manhã. Em Fortaleza, a lei municipal 8.097, de 1997, estabelece medidas contra a poluição sonora e destaca que no período noturno – de 22h às 6h – é proibido emitir barulhos que ultrapassem 60 decibéis. É justamente esta regra que, muitas vezes, condomínios usam para orientar a proibição a barulhos. O professor universitário e advogado Vanilo de Carvalho, especialista em assuntos condominiais, destaca que a lei do silêncio é válida para todos os tipos de barulho – desde cachorros latindo até discussões familiares e música alta. “O que me causa estranheza é um cachorro latir tão alto que feriu a lei do silêncio. E ainda imagino que na situação, mesmo um cachorro tendo latido, a proprietária do cachorro tenha imediatamente já chamado o cachorro, tentado calar o cachorro e afastado o cachorro dessa situação”, analisa o jurista. Segundo Vanilo, para o condomínio provar que a moradora feriu a lei do silêncio, seria necessário comprovar que a cachorra, ao latir, ultrapassou os 60 decibéis. A lei do silêncio também aponta que o som, além de alto, precisa ser emitido de forma contínua – ou seja, estar continuamente com som alto. No caso da cachorra, estar continuamente latindo. A aplicação de multas é uma sanção comum em condomínios, geralmente prevista e descrita nos regimentos internos. Se um morador não pagar a multa, o condomínio pode cobrá-lo na Justiça – do mesmo modo, o condômino pode recorrer aos tribunais para evitar a taxa. Especialista em assuntos condominiais, o advogado relata que, às vezes, os condôminos acabam por aprovar regras internas que chegam a contrariar a legislação brasileira. “Todas as leis se regem pela harmonia, uma lei estadual tem que ter harmonia com a lei federal, uma lei federal tem que ser harmônica com os princípios constitucionais e com a Constituição, e uma norma interna, como é o caso de uma norma interna condominial, tem que ser subordinada ao conjunto legal positivo brasileiro”. O advogado também aconselha aos moradores de condomínio lerem com atenção os regimentos internos e, se necessário, pedir aconselhamento jurídico para evitar que regras ilegais sejam aplicadas nestes espaços ou que os síndicos abusem das regras condominiais. Sobre o caso da professora multada no condomínio do Bairro Papicu, Vanilo é taxativo: “Ela não só pode, como deve recorrer dessa sanção pecuniária”. Rifa para pagar a multa A professora universitária adotou a cachorra em março de 2022 após conhecê-la no abrigo de proteção animal São Lázaro, em Fortaleza. Desde então, a cadela, de cerca de quatro anos, vive no apartamento da docente. Seis meses antes da multa, ela já havia recebido uma notificação por conta do latido da cachorra em uma situação parecida, após a cadela latir quando as duas estavam saindo do prédio. Agora, quando recebeu a multa, ela pensou em recorrer, mas optou por pagar para evitar abrir uma disputa judicial com a administração do prédio. A taxa extra cobrada, de R$ 664, corresponde a 80% do valor do condomínio. O valor, que deve ser pago em julho, dificultou as finanças da professora. “Estou numa situação meio complicada, estou trocando de emprego, então me vi totalmente desprevenida para essa multa. Ela [a cachorra] também ficou doente recentemente, eu gastei quase mil reais no veterinário, então foi num período meio apertado”, diz. A moradora do condomínio, então, resolveu aproveitar um talento: nas horas livres, ela produz bolos confeitados. Para pagar a dívida, rifou um dos bolos. Os amigos ajudaram e outras pessoas, via redes sociais, também compraram os pontos. Em dois dias, vendeu 94 dos 100 pontos da rifa. O valor superou o necessário para pagar a multa. O dinheiro que sobrou, segundo a professora, vai ser doado para o abrigo São Lázaro, onde adotou a cachorra. Apesar da resolução, a moradora revelou ter ficado “bastante chateada” com a situação. “Quando eu recebi a

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Megatraficante de MS foge da PF em helicóptero; autoridades suspeitam de vazamento

Reprodução   A Polícia Federal e autoridades paraguaias fizeram uma operação na fronteira para prender o megatraficante de drogas Antônio Joaquim Mota, também conhecido como Motinha ou Dom, na sexta-feira (30). Paramilitares brasileiros e estrangeiros com treinamento internacional e atuação em guerras eram seguranças de Mota, e seis deles foram presos. (leia mais abaixo) Segundo uma fonte ligada à investigação, dois dias antes da ação a informação sobre a operação vazou e chegou a Dom. Ele estava em uma propriedade rural que se estende pelos dois países, entre Ponta Porã, no Brasil, e Pedro Juan Caballero, no Paraguai. Um dia antes da deflagração da operação, um helicóptero pousou no lado paraguaio da fazenda, e o traficante fugiu do local. O g1obteve a informação de que autoridades brasileiras suspeitam de que o vazamento sobre a operação tenha partido do lado paraguaio da operação. No entanto, ao g1, representante da Polícia Nacional do Paraguai alegou apenas a Polícia Federal brasileira tinha acesso as informações sobre a operação. Além disso, afirmaram ainda que os proprietários da fazenda não estavam no local há meses. Antônio Joaquim Mota é o atual líder do chamado “clã Mota”, uma família que começou na criminalidade nos anos 1970, conforme a mesma fonte. Ele é a terceira geração de uma organização criminosa e que já atuou no contrabando de café, de cigarros, de eletrônicos e que agora, se especializou no tráfico internacional de drogas, com grande influência no Paraguai e na região de fronteira com o Brasil. Antônio Joaquim Mota, inclusive, se autodenominou Dom, segundo a Polícia Federal, em referência a Dom Corleone, o chefe da família criminosa mais poderosa na trilogia “O Poderoso Chefão”. A operação Na operação desta sexta-feira, que envolveu além da Polícia Federal e das autoridades paraguaias, o Ministério Público Federal brasileiro, foram expedidos pela Justiça Federal, 11 mandados de busca e apreensão e 12 mandados de prisão, em quatro estados: Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul. Dos 12 mandados de prisão, 9 eram para brasileiros e seis foram cumpridos. Todos de integrantes da força paramilitar do grupo de Mota. Foram duas prisões em Minas Gerais, uma em São Paulo, uma no Rio Grande do Sul, e duas em Mato Grosso do Sul, uma em Ponta Porã e outra em Dourados. Entre os presos, um militar da reserva, em Belo Horizonte (MG) e um policial militar da ativa, em Mato Grosso do Sul. Mota e outros cinco integrantes da força paramilitar, entre eles os três estrangeiros, conseguiram fugir. O megatraficante brasileiro está na lista de Difusão Vermelha da Interpol e agora os outros cinco também vão ser incluídos nesta relação dos mais procurados internacionalmente. Além dos suspeitos presos, a PF apreendeu na operação que recebeu o nome de Magnus Dominus – “o todo poderoso” em latim, faz alusão ao líder do grupo criminoso, um verdadeiro arsenal, com cerca de 14 armas, entre elas 4 pistolas, 3 revólveres e 3 fuzis, além de 40 caixas de munição, seis granadas e colete balístico. Leia a nota da Polícia Nacional Paraguaia na íntegra: Na verdade, não houve nenhum incidente. Apoiamos a Polícia Federal nessa operação. O local que foi alvo da busca foi verificado previamente pelos investigadores da PF. Infelizmente, descobrimos que os proprietários não estavam lá há muito tempo e as informações fornecidas eram imprecisas ou desatualizadas, já que apenas a PF tinha acesso a essas informações. Portanto, se houve algum vazamento, foi por parte da PF.* *Tradução própria do espanhol Com informações do g1 Por: redação ANH/AL

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Aviões militares da Colômbia colidem no ar e acidente deixa um tenente morto

Foto: Reprodução/@MelyMunera no Twitter Dois aviões da Força Aérea colombiana se chocaram no ar durante um treino neste sábado (01), deixando um morto. O acidente envolveu dois aviões T-27 Tucano, modelo produzido pela Embraer. A colisão aconteceu por volta das 17h30 no horário local (19h30 em Brasília) perto da base aérea de Apiay em Villavicencio, no departamento de Meta, no centro do país, a cerca de 120 quilômetros da capital, Bogotá. A Força Aérea colombiana disse estar investigando as causas do acidente. A vítima foi identificada como sendo o tenente-coronel Mario Andrés Espinosa González, comandante do Grupo de Educação Aeronáutica. Outro militar ficou ferido e foi levado ao hospital. “Expressamos nossas condolências e nossa solidariedade à família do piloto falecido”, disse a Força Aérea do país em comunicado. “Os pilotos não morrem, apenas voam mais alto.” Por: ANH/Redação

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