Cidadania Alagoas

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Tradição e modernidade marcam os festejos juninos no Nordeste

São João de Maceió – Foto: Gabriel Moreira/Secom Maceió     São João no Nordeste: mais que festa, uma celebração da identidade cultural brasileira As festas juninas no Nordeste ultrapassam os limites da diversão. Elas representam um dos momentos mais ricos da cultura popular brasileira, unindo tradição, religiosidade, música, dança, gastronomia e um profundo senso de pertencimento coletivo. Raízes culturais e religiosas O São João tem origens europeias, especialmente nas festas pagãs de celebração ao solstício de verão, que foram incorporadas ao calendário cristão em homenagem a São João Batista. No Brasil, a data se adaptou às tradições locais e se enraizou com força especial no Nordeste, região onde a fé popular e a criatividade se encontram com mais intensidade. Além de São João, outros santos também são celebrados no período, como Santo Antônio (13 de junho) e São Pedro (29 de junho). Em muitas cidades, há missas, novenas e procissões que se misturam às festividades profanas, criando um clima de devoção alegre. Cultura viva nas ruas e nos palcos A tradição junina no Nordeste se manifesta com força em todos os sentidos: as ruas são tomadas por bandeirinhas coloridas, barracas de comidas típicas, palcos com shows, e as escolas e bairros organizam quadrilhas e concursos. É um momento em que a música nordestina — forró, xote, baião e coco — ganha o protagonismo merecido, com sanfona, triângulo e zabumba ditando o ritmo da festa. As quadrilhas juninas, muitas vezes comparadas a espetáculos teatrais, envolvem meses de ensaio e dedicação. Em algumas cidades, como Santo Antônio de Jesus, Caruaru e Campina Grande, os grupos de quadrilha se organizam em verdadeiras competições que atraem multidões. Economia criativa e geração de renda Os festejos juninos também têm grande impacto econômico. Eles movimentam o setor do turismo, hotelaria, transporte, comércio e alimentação. Estima-se que, em cidades como Campina Grande e Caruaru, a festa injeta centenas de milhões de reais na economia local. Artesãos, costureiras, músicos, decoradores e pequenos empreendedores têm, nessa época, uma oportunidade valiosa de ampliar suas rendas. Em Maceió, a expansão da festa desde 2022 mostra como a junção de tradição com investimentos em infraestrutura e atrações de renome pode atrair visitantes de todo o país. A capital alagoana aposta num modelo que respeita a cultura popular, mas também gera receita e visibilidade. Festas acessíveis e solidárias Outro ponto que tem ganhado destaque nas festas de hoje é a preocupação com a inclusão social. Em Natal, por exemplo, o São João Solidário propõe uma troca justa: a entrada gratuita é garantida mediante a doação de alimentos. Assim, a festa também vira um canal de solidariedade com os mais vulneráveis. Fortaleza também mostra que tradição e história caminham lado a lado, homenageando ícones como a Cumade Chica, que ajudou a manter viva a chama junina na cidade. A programação gratuita e popular garante o acesso à cultura para todas as camadas sociais. Mais que celebração: resistência cultural Celebrar o São João no Nordeste é também afirmar uma identidade cultural. É uma forma de resistência diante da homogeneização cultural promovida por grandes centros urbanos. É dizer que o sertão tem voz, que a vida rural importa, que a cultura popular tem valor. O São João é a festa do povo: das comunidades rurais, dos bairros periféricos, das escolas públicas, dos artistas locais e das famílias que passam gerações preservando saberes e tradições. Redação: ANH/AL

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Quadrilha Estrela do MAC fará grande estreia em Santa Brígida/BA

A noite desta sexta-feira, 06 de junho, promete entrar para a história cultural da cidade. É hoje, às 22h, no coração do sertão baiano, que a tradicional Quadrilha Junina Estrela do MAC faz sua tão aguardada estreia da temporada 2025. E ela chega com força total, trazendo à cena o espetáculo “PORANGUÁ – O Homem Romanceiro”, uma obra que promete emocionar, surpreender e encantar o público com sua força poética, coreográfica e teatral. Com um enredo original e carregado de simbolismos, “Poranguá” conta a história de um homem que se transforma em poesia viva — um romanceiro que caminha entre o real e o imaginário, narrando e vivendo as lutas, os amores e os encantos do povo paraense. O espetáculo marca também a primeira apresentação pública do grupo nesta temporada junina, sendo Santa Brígida a cidade escolhida para abrir o caminho da estrela que irá brilhar por onde passar. A Estrela do MAC, que nasceu do Movimento de Adolescentes e Crianças, é mais do que uma quadrilha: é um projeto de arte, fé e transformação social. Cada ano, seus integrantes dedicam meses de ensaio e produção para entregar espetáculos que ultrapassam a estética junina e se tornam verdadeiras manifestações de identidade cultural. O grupo cultural conta com o apoio da Prefeitura de Delmiro Gouveia, e possui incentivos da Política Nacional Aldir Blanc, através do Governo Federal, Ministério da Cultura, Secretaria da Cultura e da Economia Criativa de Alagoas e Secretaria de Cultura, Turismo e Esporte de Delmiro Gouveia.

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Revitalização do Salgadinho reduz poluição e valoriza litoral

Ascom Seminfra Tratamento adequado de esgoto contribui para qualidade das praias. Foto: Itawi Albuquerque     No Dia Mundial do Meio Ambiente, Maceió celebra avanço do programa Renasce Salgadinho Neste 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, a Prefeitura de Maceió destaca uma de suas principais ações voltadas à preservação dos recursos naturais e à promoção do desenvolvimento sustentável: o programa Renasce Salgadinho, considerada a maior intervenção ambiental da história do município. Além do impacto direto na balneabilidade das praias urbanas, o Renasce Salgadinho representa uma mudança estrutural na relação entre a cidade e seus recursos hídricos. A recuperação do riacho e de sua bacia hidrográfica é também um gesto de respeito à natureza e um investimento na qualidade de vida da população. O projeto não se limita ao saneamento básico. Ele incorpora um novo conceito de cidade: mais limpa, verde, saudável e integrada com seus ecossistemas. Com a retirada dos lançamentos irregulares de esgoto e a implantação de soluções sustentáveis de tratamento, a paisagem urbana começa a dar lugar a um ambiente mais equilibrado, onde a água é cuidada e valorizada. Outro destaque do programa é a integração com a população local. Áreas antes degradadas estão sendo transformadas em espaços de convivência, lazer e mobilidade, com paisagismo, iluminação, calçadas acessíveis e ciclovias. Isso fortalece o sentimento de pertencimento da comunidade e ajuda a preservar os avanços alcançados. “É uma obra que vai muito além do concreto e dos canteiros. É um projeto de requalificação ambiental, urbana e social. Estamos devolvendo à cidade um patrimônio natural, que por décadas foi sinônimo de abandono”, reforça o engenheiro Jhoosef Cordeiro. A reestruturação do riacho Salgadinho é um marco para Maceió no enfrentamento aos desafios das mudanças climáticas e da crise hídrica. Ao investir em soluções baseadas na natureza, como os jardins filtrantes e a lagoa de biofiltragem, a Prefeitura demonstra que é possível unir inovação, sustentabilidade e inclusão social. Com o Renasce Salgadinho, Maceió dá um passo firme rumo a um futuro mais resiliente, sustentável e humano,  onde o meio ambiente não é apenas preservado, mas integrado à vida da cidade e de seus habitantes. Redação ANH/AL

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Câmara Municipal protagoniza debate sobre manutenção dos postos de trabalho no Mercado de Jaraguá

 Dicom/CMM Vereadores criticam a possibilidade de o Governo do Estado passar gerir o imóvel e causar prejuízos financeiros aos permissionários A possibilidade do Mercado de Jaraguá passar a ser gerido pelo Governo do Estado tomou conta dos debates durante a sessão desta quinta-feira (5), na Câmara Municipal. O vereador David Empregos levou o tema ao plenário e demonstrou preocupação com a expedição de uma notificação extrajudicial direcionada à Prefeitura de Maceió para se preparar para  desocupação do imóvel. Segundo o parlamentar, os permissionários que trabalham no mercado já se questionam se irão perder seus postos de trabalho e renda.   “O Governo do Estado fala em reforma do Mercado de Jaraguá para tornar o equipamento um modelo, no entanto, as reformas do governo acabam fechando os locais, causando prejuízos às famílias, aos trabalhadores, à população que precisa do serviço. Tem sido assim em diversos exemplos com os equipamentos de saúde. O Mercado da Produção tem vários restaurantes, recebe uma quantidade boa de pessoas todos os dias, e essa notícia está causando temor nos trabalhadores”, disse o vereador, que mostrou um áudio de uma permissionária preocupada com a situação.   O presidente da Câmara, Chico Filho, usou a tribuna para confirmar que a informação sobre a mudança de gestão do Mercado de Jaraguá é inquietante, e que o Poder Legislativo estará nas frentes de discussão sobre o tema, inclusive, promovendo audiência pública com representantes da Prefeitura de Maceió e Governo do Estado.   “Existe um pedido do Estado, mas o que vai acontecer com o Mercado de Jaraguá? Qual a garantia de que o equipamento não será mexido ou fechado? Não vimos o Governo do Estado se manifestar nesse sentido. Não é uma preocupação do vereador Chico, dos vereadores, mas sim uma preocupação da população de Maceió que não acredita no governo estadual. Ou seja, a Câmara está envolvida nesse debate, estará de frente para resolver, sobretudo buscando os atores dessa discussão para explicar, em audiência pública, o problema que o Mercado de Jaraguá está envolvido”, declarou Chico Filho.   Outro parlamentar que repercutiu o tema referente à cessão do Mercado de Jaraguá foi o vereador Allan Pierre. Ele disse que a notificação extrajudicial encaminhada à Prefeitura de Maceió não expressava que os permissionários perderiam seus postos de trabalho.   Também se mostraram favoráveis a uma discussão mais ampla e soluções que não prejudiquem os trabalhadores do Mercado de Jaraguá os vereadores Thiago Prado, Rui Palmeira, Silvania Barbosa, Milton Ronalsa, Jônatas Omena, Kelmann Vieira e Leonardo Dias.   Durante a sessão, o vereador Milton Ronalsa chegou a fazer contatos com a presidência do Instituto de Desenvolvimento Econômico e Social de Alagoas (Ideral), para conseguir mais informações sobre a cessão do Mercado de Jaraguá, bem como viabilizou uma reunião nesta sexta-feira (6), a partir das 15h, entre os parlamentares e a autarquia, no mercado.    Álbum de Imagens

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Delmiro Gouveia mantém nota máxima na Capacidade de Pagamento (CAPAG)

Município continua apto a contrair empréstimos com garantia da União. O município de Delmiro Gouveia, no Alto Sertão alagoano, segue demonstrando responsabilidade fiscal e eficiência na gestão de suas finanças públicas. Segundo dados divulgados pelo Tesouro Nacional, a cidade manteve a nota “A” na avaliação da Capacidade de Pagamento (CAPAG), instrumento que avalia o risco de crédito de Estados e Municípios interessados em contratar operações de crédito com garantia da União. A nota CAPAG A reforça o comprometimento da gestão municipal com o equilíbrio das contas públicas, revelando uma administração sólida e transparente. O desempenho positivo do município nesses critérios garantiu a permanência na melhor classificação possível. Com esses resultados, Delmiro Gouveia mantém-se elegível para novas operações de crédito com garantia da União, o que é estratégico para a realização de investimentos públicos, como obras de infraestrutura, educação e saúde. O que é a CAPAG A Capacidade de Pagamento (CAPAG) é uma metodologia de análise adotada pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN) para aferir a saúde fiscal de entes subnacionais. O objetivo é verificar se um novo endividamento representa risco para a União, servindo de instrumento de transparência e controle da dívida pública. A metodologia atual está regulamentada pela Portaria MF nº 1.583/2023, com alterações posteriores, e utiliza dados contábeis enviados ao Siconfi (Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro). A nota CAPAG varia de “A” (melhor situação fiscal) até “D” (pior), sendo que apenas municípios com notas A ou B estão aptos a obter garantia da União em operações de crédito. Prefeitura Municipal de Delmiro Gouveia – Trabalho que não para!

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Polícia Científica de Alagoas realiza reunião de gestão para planejar ações para o segundo semestre

Perita-geral destaca avanços na aquisição de equipamentos e melhorias na gestão institucional Pedro Sales* / Ascom Polícia Científica A Polícia Científica de Alagoas realizou, nesta quarta-feira (4), a reunião mensal de gestão, que ocorreu no Gabinete da perita-geral Rosana Coutinho. Durante o encontro, os participantes fizeram um balanço das ações realizadas no primeiro semestre do ano. A reunião contou, também, com a presença do perito-geral adjunto Wellington Melo e com outros membros da atual diretoria do órgão. Inicialmente, eles trouxeram como pauta as ações realizadas desde a última reunião, no mês de maio, e falaram sobre as ações que pretendem executar até o segundo semestre. Dentre os tópicos discutidos constaram o processo de aquisição de novas viaturas e equipamentos, a revisão de contratos e um estudo orçamentário para a solicitação de novos recursos ao Governo do Estado. A perícia-geral abordou o andamento do processo de nomeação dos concursados do cadastro reserva e propôs a criação e atualização de novas portarias de gestão, a fim de tornar a gestão cada vez mais eficiente. “Estamos empenhados em fortalecer a Polícia Científica de Alagoas, investindo na aquisição de novos equipamentos, na melhoria das condições de trabalho e na capacitação de nossa equipe. Nosso objetivo é garantir uma atuação cada vez mais eficiente e de qualidade na investigação criminal, sempre buscando o aprimoramento contínuo dos nossos serviços”, afirmou Rosana.  

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Vereadores criticam Governo do Estado por não repassar recursos à Maternidade Nossa Senhora da Guia

 Dicom/CMM Equipamento de saúde localizado em Maceió estava na iminência de fechar as portas, mas houve reação do Município para evitar prejuízos às famílias O anúncio do prefeito de Maceió, JHC, em garantir apoio integral para reabertura da Maternidade Nossa Senhora da Guia, no bairro do Poço, suscitou debates sobre o tratamento dispensado pelo Governo do Estado ao não repassar recursos para manutenção do equipamento de saúde.   Além dessa abordagem na sessão desta quarta-feira (4), foi aprovado em primeira discussão o projeto de lei apresentado pelo presidente da Câmara Municipal, Chico Filho, que declara de utilidade pública a maternidade. “A Maternidade Nossa Senhora da Guia é fundamental para Maceió e para o Estado de Alagoas. É uma maternidade que nos últimos 15 ou 20 anos, teve registrado o nascimento de mais de 82 mil crianças. O equipamento estava prestes a fechar as suas portas porque o Governo do Estado não cumpria com a sua parte e não fazia os repasses financeiros. Ou seja, o Município cumpre com a sua obrigação, e o Estado, não”, contextualizou Chico Filho.   O presidente da Câmara fez questão de destacar o empenho da Prefeitura de Maceió que acordou com a Santa Casa de Misericórdia a reabertura da maternidade.   “Vi nas redes sociais do prefeito de Maceió, JHC, que foi determinado apoio integral para a reabertura da Maternidade Nossa Senhora da Guia, que vai voltar a funcionar a partir desta sexta-feira [6/6]. Com a reabertura, as mães alagoanas serão beneficiadas. As mães de Maceió, por sua vez, têm acesso ao Hospital da Cidade. É um trabalho muito sério feito pela Prefeitura de Maceió, Secretaria Municipal de Saúde e Santa Casa para que a maternidade não fosse fechada”, disse Chico Filho.   O vereador Kelmann Vieira aproveitou a discussão sobre a crise vivenciada na Maternidade Nossa Senhora da Guia para endossar as críticas e cobrar mais empenho político na garantia de recursos para a saúde municipal e estadual. “Estamos presenciando deputados federais em suas redes sociais anunciando a chegada de emendas parlamentares para municípios, mas fecham os olhos para a capital Maceió, bem como para um equipamento tão importante como a Maternidade Nossa Senhora da Guia. Se não fosse a iniciativa do prefeito JHC, as mães de Maceió, as mães alagoanas, estariam prejudicadas”, ressaltou o parlamentar.  Álbum de Imagens

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Desnutrição infantil em foco: Cria firma aliança estratégica em Alagoas

Secretária Caroline Leite reforça a urgência de reduzir desigualdades na infância. Foto: Thiago Ataíde       Governo de Alagoas lança projeto para enfrentar a desnutrição infantil com foco na primeira infância A Secretaria de Estado da Primeira Infância (Cria) oficializou, na quarta-feira (4), a assinatura do Termo de Cooperação para o desenvolvimento do projeto Alagoas Sem Fome na Infância, durante reunião do Conselho Estadual do programa Alagoas Sem Fome. A iniciativa visa combater a desnutrição infantil e promover o desenvolvimento integral de crianças em situação de vulnerabilidade no estado. A ação será executada em parceria com a Associação de Combate à Desnutrição (Nutrir/AL) e com o próprio programa Alagoas Sem Fome. O projeto tem como base a atuação de equipes multidisciplinares nos municípios alagoanos, que irão realizar diagnósticos nutricionais, acompanhamento contínuo e encaminhamentos para redes de saúde e assistência social. A meta é garantir que as crianças, especialmente nos primeiros anos de vida, tenham acesso a uma alimentação adequada, condição essencial para o desenvolvimento físico, emocional e intelectual. A secretária de Estado da Primeira Infância, Caroline Leite, ressaltou que o projeto representa um marco nas políticas públicas voltadas à infância e reforça o compromisso do Governo com a equidade social. “Cuidar da nutrição na primeira infância é agir na raiz das desigualdades. Quando garantimos que uma criança se alimente bem, estamos investindo na saúde, na educação e na cidadania dela. Essa é uma causa que precisa unir esforços de todos os setores — governo, sociedade civil e entidades especializadas. Não estamos apenas combatendo a fome, mas assegurando oportunidades reais de crescimento e de futuro para milhares de crianças alagoanas”, afirmou. Além da avaliação nutricional, o projeto também observará fatores associados ao bem-estar infantil, como o acesso aos serviços de saúde, educação infantil, benefícios sociais e condições de moradia. As ações serão direcionadas prioritariamente às famílias em situação de extrema pobreza, mapeadas pelos municípios e acompanhadas pelas equipes técnicas da Cria. A secretária destacou ainda a importância da abordagem intersetorial e do olhar humanizado no enfrentamento da desnutrição: “Este projeto se propõe a enxergar a criança em sua totalidade. A fome não é um problema isolado — ela reflete a ausência de direitos, de acesso e de cuidado. Nosso trabalho será realizado com responsabilidade, escuta ativa e compromisso com resultados que transformem realidades”, completou. A formalização do projeto reforça a prioridade dada pela gestão do governador Paulo Dantas à infância e à segurança alimentar. Segundo o governo, a expectativa é que a iniciativa sirva de modelo para políticas públicas em outras regiões do país. Com o Alagoas Sem Fome na Infância, o Estado dá mais um passo concreto para erradicar a fome, combater a pobreza e garantir que toda criança alagoana tenha um começo de vida mais justo, saudável e promissor. Redação: ANH/AL

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Prefeitura de Maceió inaugura às Vilas de São João nesta quinta-feira (5)

Decoração da Vila de São João no Parque do Centenário anima visitantes.     A Prefeitura de Maceió, através da Autarquia Municipal de Iluminação Pública (Ilumina), dará início à abertura oficial das Vilas de São João nesta quinta-feira (5). Os espaços, decorados especialmente para a ocasião, terão atrações musicais gratuitas e acontecerão no Parque do Centenário, localizado no bairro do Farol, e na Praça Gogó da Ema, na Ponta Verde. A abertura das Vilas de São João em Maceió não é apenas uma celebração típica, mas também um evento que fortalece a identidade cultural da cidade e promove o desenvolvimento local. Por meio da parceria entre a Prefeitura e a Autarquia Municipal de Iluminação Pública (Ilumina), as praças escolhidas para sediar a festa recebem uma transformação que combina tradição, tecnologia e criatividade, resultando em ambientes que encantam moradores e turistas. As atrações musicais gratuitas que animam o Parque do Centenário e a Praça Gogó da Ema trazem ao público o autêntico ritmo do forró, gênero musical que pulsa na alma nordestina. A diversidade de grupos e bandas que se apresentam durante o mês de junho garantem a manutenção da tradição e o incentivo à cultura popular, dando espaço também para novos talentos da região. Outro ponto de destaque das Vilas de São João é o estímulo à economia local. Os quiosques instalados nos espaços comerciais oferecem uma variedade de comidas típicas, como milho verde, canjica, bolo de macaxeira e outras iguarias que fazem parte da culinária junina, além de produtos artesanais confeccionados por artesãos locais. Esse incentivo gera renda para pequenos empreendedores, ambulantes e artesãos, contribuindo para a valorização da economia criativa da cidade. A iluminação cenográfica, com mais de meio milhão de lâmpadas de LED e milhares de metros de mangueiras luminosas, transforma os espaços em verdadeiros cenários mágicos, que atraem visitantes não apenas para o lazer, mas também para a contemplação e registro de momentos especiais. Esse investimento em iluminação também reforça a segurança nas áreas, incentivando a circulação de pessoas durante os eventos. Importante destacar o compromisso com a acessibilidade e a inclusão social nas Vilas de São João. A presença da bailarina cadeirante Gabriela Amorim, que se apresenta com sua dança inspiradora, mostra que o evento valoriza a diversidade e cria oportunidades para que todos possam participar e se emocionar com as manifestações culturais. Essa atitude reflete uma Maceió cada vez mais inclusiva e atenta às diferenças. Para as famílias maceioenses, as Vilas de São João oferecem um espaço seguro e acolhedor para confraternização, onde crianças, jovens, adultos e idosos podem celebrar juntos uma das festas mais queridas do calendário cultural nordestino. A iniciativa ainda contribui para fortalecer os vínculos comunitários e promover o bem-estar social. Em suma, as Vilas de São João em Maceió representam muito mais do que uma festa: são um projeto que integra cultura, lazer, economia e inclusão, mostrando como a gestão pública pode atuar de forma inovadora para resgatar tradições e, ao mesmo tempo, gerar desenvolvimento para toda a cidade. Redação: ANH/AL

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MEI foi desenquadrado automaticamente? Junta Comercial explica procedimentos necessários

Andamentos passam a ser realizados no Portal Facilita Alagoas ao invés de acontecerem no Portal do Empreendedor Juceal explica procedimentos possíveis para regularizar a situação do negócio  Divulgação Hotton Machado O prazo para envio da Declaração Anual do Simples Nacional (DASN) do microempreendedor individual (MEI) foi encerrado no último sábado (31). Para os MEIs que ultrapassaram o limite do faturamento anual, a Receita Federal prosseguirá, então, com o desenquadramento automático das empresas. E, para esses casos, a Junta Comercial do Estado de Alagoas (Juceal) explica os procedimentos possíveis perante a autarquia de registro empresarial a fim de regularizar a situação do negócio. O MEI é um negócio, dentre outras características, com renda bruta máxima de até R$ 81 mil ao ano e sem participação em outro empreendimento, podendo contar apenas com um empregado. Diferente de outros portes, ele possui registro feito por meio do Portal do Empreendedor. Atualmente, segundo a Juceal, existem 180.316 MEIs com registro ativo no banco de dados da autarquia. Conforme informações da Receita Federal, o desenquadramento do MEI – a mudança do porte empresarial – pode acontecer de forma voluntária, por solicitação do próprio empresário, ou de forma automática, caso o negócio amplie o número de funcionários, abra uma filial, altere para alguma atividade não permitida no tipo empresarial ou ultrapasse o limite de faturamento, o que é verificado com a DASN. Uma vez desenquadrado, o MEI se torna automaticamente um negócio de natureza jurídica empresário individual com porte microempresa (ME). Assim como os outros dados referentes ao microempreendedor, a Receita Federal também repassa diariamente à Juceal as informações sobre os desenquadramentos. Sobre o assunto, o gerente do suporte ao Portal Facilita Alagoas, Jadson Ramos, explica que o MEI desenquadrado passa a ter registro e andamento perante a Junta Comercial, por meio do Facilita Alagoas. Agora, como empresário individual, cabe ao empreendedor decidir se continuará com o negócio, podendo promover uma alteração, ou se prosseguirá com a extinção da empresa. Para aqueles que desejam prosseguir com o negócio, o gerente indica que seja feito um processo de alteração de nome empresarial e de consolidação. Com isso, o CPF do empresário pode ser retirado da razão social e o empreendedor terá um documento que funcione como o contrato social, podendo ser utilizado em bancos e outras instituições. Para esses casos, há também a possibilidade de emissão de certidão simplificada. Com o documento, Ramos destaca que o empresário terá uma certidão com as principais informações do negócio, funcionando como o antigo requerimento empresarial, colocado em desuso com a lei da liberdade econômica. Para aqueles que não desejam prosseguir com o negócio, o andamento de baixa não acontece pelo Portal do Empreendedor, mas, sim, pelo Portal Facilita Alagoas. Nele, pode ser utilizado ainda o andamento pelo registro automático, no qual o próprio Facilita Alagoas gera o distrato padrão. Esse processo de baixa empresarial é gratuito. “Além dessas opções perante a Juceal, que incluem também todas as outras alterações disponíveis para o empresário individual, é importante que o empreendedor se atente também às mudanças em relação à tributação. Uma vez desenquadrado, o antigo MEI vai responder às regras do Simples Nacional referentes às MEs, que variam de acordo com o faturamento anual do próprio negócio. É um novo universo, que exige mais controle financeiro, por isso indicamos também que o empresário busque auxílio de um contador”, destaca. O gerente ainda lembra que nos casos de desenquadramento automático ou mudança devido ao faturamento, é importante que o empresário verifique se existem multas, tributos e juros cobrados pela Receita Federal. Caso o empresário deseje retornar a ser um MEI, o enquadramento pode ser feito com a regularização das pendências da empresa, a solicitação feita no Sistema de Recolhimento em Valores Fixos Mensais dos Tributos abrangidos pelo Simples Nacional (SIMEI) e a análise por parte da Receita Federal. Fonte:Portalal7

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